segunda-feira, 30 de junho de 2008


Está um caloooooooooooor!
E que tal um gelado?
Ideia fresquinha....então vamos todos para a cozinha!
Lavar as mãozinhas, e fazer um gelado delicioso!
Sim, porque o Verão é guloso!


Mnham!Mnham!


GELADO DE MANGA



Ingredientes

1 manga em pedaços

1 lata de leite condensado

2 colheres de sopa de sumo de limão

raspinhas de limão (opcional)

folhas de hortelã para decorar



Preparação


Coloque no liquidificador a manga, o leite condensado e o sumo de limão e

bata muito bem até tomar consistência.


Deite num recipiente e leve ao frigorífico por 2 horas. Retire e bata novamente no

liquidificador.


Leve outra vez ao frigorífico por mais 2 horas. Quanto mais vezes bater mais suave

ficará o gelado.


Sirva em taças pequenas enfeitando com uma folhinha de hortelã.




GELADO de morango com chocolate graNULADO


Ingredientes
1 pacote de gelatina de morango
2 chávenas de chá de água
1 lata de leite condensado
1 pacote de natas
1 chávena de chá de chocolate granulado



Preparação

Dissolva a gelatina conforme instruções da
embalagem.

Coloque a gelatina no liquidificador, acrescente
o leite condensado e as natas.

Bata por 5 minutos. Despeje a mistura
numa forma de alumínio ou taça de vidro.

Leve ao frigorifico por 2 horas ou até ficar duro.

Passado esse tempo, bata novamente no
liquidificador por mais 5 ou 10 minutos .

Coloque o gelado numa tigela, junte o chocolate granulado e misture bem.

Deite o gelado na forma e leve ao frigorifico por mais
2 horas.

Obs.: Para alterar o sabor do gelado é só mudar
o sabor da gelatina e tirar o granulado.



Bom Apetite!

sábado, 28 de junho de 2008


As actividades que se podem realizar, para um melhor desenvolvimento da psicomotricidade :

1Domínio do esquema corporal: permite à criança obter uma melhor relação entre o seu ser íntimo e o seu mundo exterior, ao mesmo tempo que adquire consciência do esquema corporal e controlo do mesmo.

2 – Sentido do ritmo: educação do ouvido e desenvolvimento do sentido do ritmo. Favorece a capacidade de expressão.

3 – Controlo da posição do corpo: através dos diversos movimentos do corpo, a criança consegue um maior domínio do esquema corporal e uma melhor relação entre o indivíduo e a realidade exterior.

4 – Maneira de mudar de lugar: exercício e domínio dos músculos do corpo para facilitar o desenvolvimento da noção espaço-temporal.

5 – Saltos: permite à criança adquirir a noção espaço-temporal através do controlo dos movimentos de mudança de lugar por saltos.

6 – Acções motoras quotidianas: permite que a criança interiorize o significado de acções que são frequentes no dia-a-dia, o que favorece a sua relação com o mundo exterior.

7 – Imitação de movimentos (em espelho): permite alcançar o conhecimento do esquema corporal e aprender a controlar os movimentos do corpo.

8 – Actividades pessoais: ao mesmo tempo que se deve favorecer o desenvolvimento psicomotor da criança, é preciso dotá-la de um certo grau de autonomia pessoal.

9 – Habituar-se ao manejo do lápis: é necessário habituar a criança a manejar o lápis com o controlo dos músculos que intervêm no seu movimento e posterior aprendizagem da escrita.

10 – Percepção de formas: tem de se desenvolver a capacidade de observação e discriminação perceptivas, necessárias para uma posterior aprendizagem da leitura e da escrita.

11 – Discriminação das cores: tem por objectivo que a criança adquira a noção de cor e aprenda o nome das cores mais comuns e permite o aumento de vivências e a predisposição para o desenvolvimento pessoal e artístico.

12 – Orientação espacial: a criança deve compreender e dominar alguns conceitos referentes ao espaço, para conseguir o sentido de orientação no mesmo.

13 – Localização espacial: adquirir a noção de direcção e localização espacial, para desenvolver na criança o sentido de orientação espacial.

14 – Ordenação espacial: aprender a captar a ordem e a situação das coisas no espaço que, posteriormente, nos ajudará a situar correctamente na leitura e escrita das letras e números.

15 – Espaços fechados: permite à criança desenvolver a capacidade de orientação espacial.

16 – Tamanho: desenvolver a capacidade perceptiva das dimensões das coisas e a sua representação simbólica.

17 – Número e quantidade: adquirir o conceito de número e quantidade.

18 – Orientação temporal: adquirir a noção temporal e o domínio dos conceitos mais significativos para aprender a orientar-se no tempo.

19 – Tempo respeitante a um dado momento: conseguir a noção de tempo e dos aspectos de duração, sucessão e simultaneidade.

20 – “Puzzles” ocasionais: desenvolver a capacidade de observação e o conceito de espaço através da forma, da proximidade e da ordenação dos elementos que integram as figuras.

21 – Recortar e colar: desenvolver a coordenação viso-manual e educar os músculos que intervêm na aprendizagem da leitura-escrita.

22 – Mobilidade manual: conseguir o controlo dos movimentos dos dedos, mãos e pulsos para conseguir um bom domínio do lápis na aprendizagem da escrita.

23 – Coordenação viso-motora: desenvolver a coordenação entre a visão e o movimento corporal, principalmente mãos e pés.

24 – Mímica: permite facilitar a expressão corporal e o desenvolvimento da capacidade simbólica e imaginativa, assim como o ajuste de movimentos e gestos.

25 – Tacto: desenvolver o sentido do tacto para conseguir uma maior sensibilidade no indivíduo.

26 –Atenção: para desenvolver a capacidade de atenção, para facilitar a observação e conseguir uma melhor percepção.


quinta-feira, 26 de junho de 2008


Muito obrigado a todos os que votaram na sondagem!!!

Em primeiro lugar: Ideias de Actividades Infantis

E agora pergunto...quem são os visitantes deste JARDIM?

Na sua maioria são:


Educadores ?

Pais ?

Psicólogos ?

Estudantes do Curso de Educação de Infância?

Outros...


Estou curiosa! Respondam... Beijokas
Mais uma descoberta...






Cliquem porque vale a pena!


Being happy doesn't mean every thing's perfect;
it just means

you've decided to see beyond the imperfections.

autor desconhecido

terça-feira, 24 de junho de 2008

Animais para pintar










Mãos

Fantástico!


História do Beija-flor


Há muito e muito tempo, um dia começou um incêndio na floresta…

Ninguém sabia como, porque ou quem era o responsável, o facto é que o fogo foi alastrando-se com tal velocidade e potência que tornou-se incontrolável.

Ao longe, via-se a terrível nuvem negra avançando fortemente sobre a floresta. Ainda mais forte era o clamor dos animais, empurrando-se e até agredindo-se, descontrolados diante o apocalíptico espectáculo que testemunhavam:


” Salve-se quem puder!!! É o fogo, é o fim, estamos perdidos !!!”


Ainda mais irados ficaram, quando no meio do caos, viram o Beija-flor.

O pequeno pássaro a voar até o rio, colhia uma gotinha de água em seu biquinho, e ia pingá-la sobre aquele imenso fogo. Uma após outra, sem parar…

Até que, incontido, um dos bichos gritou:


”Seu pequeno pássaro! Você acha que essa gotinha vai apagar o fogo? Será que é tão imbecil? Voa embora, com essas asas que você tem! Salve-se! É o fim!!!”


Suavemente, o humilde pássaro respondeu:


”Eu estou a fazer a minha parte! Se cada um de nós, formos até ao rio, e colhermos um pouco de água, vamos apagar o fogo e salvar nosso lar.”


Retirado daqui

sábado, 21 de junho de 2008

imagem retirada daqui

ACTIVIDADES PARA OS DIAS DE CHUVA


Essas atividades são próprias para espaços fechados, sendo muito úteis naquele dia chuvosos. Lembrem-se sempre de adequar a faixa etária com quem vão trabalhar. Essas atividades podem ser perfeitamente adaptadas em outros espaços.

1. O enigma da Ilha
Há uma ilha no centro do salão (a "ilha perdida"). E nela um tesouro! Haverá equipes que devem desvendar charadas, pistas, responder perguntas, estafetas, qual é o animal? , forcas de palavras não tão complicadas e outras coisas mais... Para alcançarem a "ilha perdida". A cada resposta certa de uma equipe, esta ganhará um pedaço de uma ponte, que será um grande quebra-cabeça - comprido - da cor da equipe. A equipe que completar a ponte primeiro e pegar o tesouro vence o jogo. Material: ilha, tesouro, ponte (quebra-cabeça), material no geral para estafetas, jogos de perguntas, etc.

2. Caos
Divisão por 4 equipes (cada uma representada por uma cor).
É um jogo de tabuleiro numerado de 1 a 50 casas, desenhado no chão e utiliza-se um dado para se locomover.
Pelo espaço, estarão espalhados 50 papéis com números e palavras, exemplo: 1-vida; 27-calor; 43-garfo; etc. E mais alguns monitores (o nº de monitores é igual ao nº de equipes) que estarão com uma lista numerada de 1 até 50, com as suas respectivas palavras (1-vida, 27-calor) e na frente de cada combinação destas, uma tarefa relâmpago para a equipe cumprir.
Primeiramente todas as equipes jogam o dado e já posicionam seu "pino" (da cor da sua equipe) no tabuleiro. Logo em seguida é dado o sinal de início e todas saem para encontrar o papel que corresponde ao número em que estão no TABULEIRO e encontrando, observarão a palavra que está relacionada a ele, por exemplo "06-CARRO".
Tendo a palavra, a equipe corre até um dos monitores que passará a tarefa daquela palavra. Cumprindo-a, a equipe joga novamente no tabuleiro e sai para encontrar outro número, com outra palavra relacionada a ele. E assim por diante até a prova final (nº. 50).
Para ganhar, a equipe deve chegar primeiro ao 50, caindo exatamente nesta casa, ou seja, se a equipe estiver na casa 48 e tirar 5 no dado, voltará para a
casa 47, pois irá até o 50 (com 2) e volta até o 47 (com 3) somando 5, tirado no dado.

Material: tabuleiro gigante com peças, senhas número-palavra (de 1 a 50), listas número-palavra-tarefa (para os monitores), dado gigante.

3. Estourar Bexigas ou Explosão
Crianças terão amarradas em seus pés bexigas (uma em cada perna). Ao início da brincadeira o objetivo é estourar os balões dos colegas e ao mesmo tempo proteger as suas (dentro de um espaço mais reduzido, como uma quadra de vôlei). O último que sobrar com bexigas, mesmo uma só no pé não estourada, vencerá.
Uma variação deste jogo é transformá-lo num "mini-caça", como por exemplo, fazer com que os monitores sejam fugitivos pelo espaço (sendo este maior no caso) com suas bexigas na cintura e as crianças sejam os pegadores.
Material: bexigas e linha.


4. Caçadores de ursos
Divisão por duas equipes de número igual de integrantes. Queimada onde há um espaço em círculo no centro onde ficam os ursos. Os caçadores ficarão do lado de fora do círculo, tendo em mãos algumas "bolas". Num determinado tempo (pré-estabelecido pelo monitor) os caçadores terão que acertar todos os ursos, se o fizerem vencerão. Caso sobre apenas um urso, estes serão os vencedores.
Material: bolas.


5. Númerobol
Crianças sentadas paralelamente às linhas laterais da quadra formando uma fileira, divididas em 2 equipes de número de integrantes igual. Cada criança receberá uma numeração, na ordem da fileira, de "1" até "10" por exemplo. O mesmo para a outra equipe.
No centro haverá uma bola e ao sinal do monitor, que gritará um número, por exemplo "7", as duas crianças - uma de cada equipe - devem sair da fileira e ambas tentarão marcar um gol ou fazer uma cesta, etc. E assim por diante.
Pode-se utilizar também panos e as crianças, com cabinhos de vassoura, devem tentar marcar um "gol" por entre as pernas de uma cadeira, por exemplo.

6. Pega o rabo do Macaco
Cada criança possuirá um rabinho feito de fita ou papel. Tendo o objetivo de arrancar o rabinho do colega e ao mesmo tempo proteger o seu (dentro de um espaço restrito, como um salão). Não é permitido qualquer tipo de toque, como agarrar partes do corpo do colega, fora o rabinho ou mesmo esconder este com as mãos, no bolso, etc.
A crianças que tiver o seu rabinho pego, formará um círculo para diminuir o espaço dos participantes.
Material: rabinho de fita ou papel.

7. Corrida das Estátuas
Todas as crianças ficam de um lado do espaço (seja este uma quadra, salão, etc) e um monitor do outro lado, de costas para eles.
O monitor explica que ele realizará uma contagem de 1 a 10 e, neste espaço de tempo, as crianças poderão se mover (correndo) para tentar chegar até o monitor - já que este é o objetivo.
No momento em que ele disser: "DEZ!", as crianças devem parar em estátua, e quem se mover, volta para o início, sem que saia do jogo. Os monitores ficarão fazendo graça e tentando fazer com que as crianças se movam. O monitor realizará várias contagens, caso uma criança não se mova numa contagem, na próxima, continuará correndo de onde estava.
O vencedor (a) será quem conseguir encostar-se ao monitor dentro da contagem, e esse, tornar-se-á o comandante (que faz a contagem).


8. O Caçador, o Pardal e a Abelha.
Todas as crianças fazem um círculo de mãos dadas, com exceção de 3 participantes, que serão o caçador, a abelha e o pardal.
Dado o sinal de início, o caçador deve perseguir o pardal. O pardal deve perseguir a abelha. E a abelha deve correr atraz do caçador.
Podendo correr por dentro ou por fora do círculo.
Quando alguém for pego, troca-se o caçador, o pardal e a abelha.

9. A Caçada
Nos quatro cantos de uma quadra existiram quatro tipos de animais e ao centro está o caçador, como mostra o esquema:

leão


caçador


cobra


gato


foca

Um dos jogadores será escolhido para ser o caçador, os outros divididos em quatro grupos de animais, sendo que cada animal tem o seu canto. O caçador permanece ao centro. Dado o sinal de início, um monitor, gritará o nome de dois bichos e todos representantes desta espécie deverão trocar de lugar. O caçador irá persegui-los e todos que forem pegos terão pontos a menos para sua equipe! Faremos isso várias vezes, algumas com mais de um caçador, e ao final contaremos os pontos de cada equipe.

Fazer uma flor de balão


Andarilhos: Não os deixe entrar lá em casa

Um bebé em cima de rodas à solta pela casa arrisca-se a atingir velocidades descontroladas, que dificilmente um adulto conseguirá travar. Além disso, os andarilhos podem atrasar a aquisição da marcha.
Andarilhos, aranhas, voadores, andadores. Existem com vários nomes e em diversos tamanhos, mas assemelham-se na forma. Meia dúzia de rodas dispostas em círculo «ajudam» o bebé a manter-se na vertical, antes de estar preparado para essa posição, e a deslocar-se em pé, quando ainda devia estar a tentar gatinhar. Em cima do andarilho, dando balanço com os pés no chão, uma criança pode atingir velocidades de um metro por segundo, movendo-se pelo espaço sem qualquer controlo. A rapidez com que se desloca não permite aos pais, na maior parte dos casos, reagir a tempo de impedir um acidente. Quedas de escadas ou tropeções em desníveis, que fazem o andarilho virar-se ao contrário, levando o bebé bater com a cara ou cabeça no chão, são os acidentes mais frequentes. Mas os riscos de ter um bebé sobre de rodas, sem estar preparado para tal, são muitos mais

A perigosidade dos andarilhos levou a APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, e a SPP, Sociedade Portuguesa de Pediatria, a desenvolver um estudo piloto da incidência nacional de lesões associadas a acidentes com andarilhos. A investigação ainda está a decorrer e as conclusões deverão ser apresentadas perto do final deste ano, altura em que a APSI apresentará uma nova campanha contra a utilização de andarilhos.

Os últimos dados do EHLASS (Sistema Europeu de Vigilância de Acidentes Domésticos e de Lazer, coordenado pelo Instituto do Consumidor) referentes a Portugal, remontam a 1998 e contabilizam 850 acidentes com andarilhos por ano. Estes números referem-se apenas a lesões suficientemente graves para obrigar a recorrer a um serviço de urgência hospitalar. De fora ficam os casos em que a criança é tratada em casa ou levada a outros serviços de saúde. As idades mais afectadas situam-se entre os 6 e os 15 meses. Cerca de metade dos casos correspondem a quedas de escadas. Mais de 60 por cento das crianças acidentadas sofrem traumatismos cranianos.

Canadá exemplo único
Em Abril de 2004, o Canadá tornou-se o primeiro país a proibir os andarilhos. O ministro da Saúde do país anunciou a medida, lembrando «os perigos a que as crianças ficavam expostas com a utilização de andarilhos». Desde 1989 que muitas marcas já tinham deixado de comercializar voluntariamente este tipo de artigos, o que terá originado uma espécie de mercado negro durante esse período. Os acidentes continuaram a acontecer e o governo decidiu tomar medidas extremas: a proibição. Multas e apreensão do andarilho são as penas para quem for encontrado na posse de um neste país.

Principais perigos associados aos andarilhos
  • quedas de escadas ou de outros desníveis, que levam o andarilho a virar-se ao contrário, podendo provocar traumatismos da face e do crânio

  • choque com adultos que trazem líquidos quentes, originando queimaduras

  • entalões ao passar por portas

  • embates com a cabeça no tampo das mesas, uma vez que o aro do andarilho passa por baixo da mesa

  • facilidade de acesso ao topo de fogões, mesas, fios
  • eléctricos, produtos que podem causar intoxicações, etc
  • quedas em piscinas ou em lareiras
  • Em Portugal, como noutros países, cabe aos pais evitar os acidentes com os andarilhos. A única solução possível é não comprar, não receber, não usar. A supervisão de um adulto não é suficiente para impedir quedas, queimaduras ou embates. «Em mais de 50 por cento dos acidentes com andarilhos há um adulto por perto. Só que, quando se apercebe, já não tem tempo para reagir», esclarece Helena Cardoso Menezes, presidente da APSI.

    Entre as dicas aos pais sobre segurança infantil, a APSI desaconselha totalmente a utilização de andarilhos. Na última campanha, em 1998, o slogan era bem claro: «Diga não aos andarilhos». No spot televisivo via-se um boneco dentro de um andarilho a tropeçar num degrau e a cair com a cabeça no chão, a chocar com a cabeça no tampo de uma mesa e

    caindo pelas escadas abaixo. Imagens arrepiantes que, em breve, vão voltar à televisão. «As normas europeias de segurança para os andarilhos referem apenas a largura do arco, que deve ser suficientemente grande para impedir a passagem por certos sítios, e o sistema de travagem, que, no caso de uma roda ficar no ar, deve obrigar as outras a travarem», explica Helena Cardoso Menezes, deixando claro que são medidas insuficientes. «Os andarilhos são, isoladamente, os equipamentos de puericultura que mais acidentes graves provocam na faixa etária entre os 6 e os 15 meses».

    Inimigos da marcha
    O perigo de acidentes não é o único problema dos andarilhos. «O facto de a criança ficar em pé no andarilho impede-a de rolar, sentar-se ou gatinhar, que são as bases para a aquisição da marcha. Quanto mais praticar estas etapas, mais depressa aprenderá a andar. Além disso, como o bebé anda na ponta dos pés, causa tensão nos músculos das pernas, atrasando o desenvolvimento motor em geral», explica Elsa Rocha, pediatra no Hospital de Faro. «Os andarilhos são um contra-senso, uma vez que são desenhados para pôr a criança numa posição que não é a ideal para o seu desenvolvimento naquele momento», clarifica Elsa Rocha, que também é uma das responsáveis pelo estudo da SPP sobre andarilhos.
    A pediatra reforça ainda a inutilidade dos andarilhos, alertando para os perigos que lhe estão associados: «São completamente contra-indicados. Mesmo que sejam utilizados durante pouco tempo, não fazem bem nenhum. É fundamental alertar os pais. A maior parte não tem noção de que os andarilhos são um objecto perigoso e sem qualquer tipo de vantagem.»

    Proibir a venda de andarilhos seria a solução? «Proibir apenas em Portugal não fará muito sentido, pois facilmente se compraria um andarilho em Espanha.»

    A discussão sobre o perigo dos andarilhos já fez correr muita tinta pelo mundo fora, principalmente no Reino Unido e nos EUA. A Academia Americana de Pediatria (AAP) recomenda a proibição de andarilhos desde 1995. No entanto, e apesar de em 2001 terem sido registados mais de seis mil acidentes com crianças em andarilhos, o governo americano ainda não tomou qualquer medida nesse sentido. Ao longo destes anos, a AAP tem feito vários comunicados dirigidos aos pais, desencorajando-os a comprar os aparelhos.

    Em Portugal, a recomendação surge até no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil: «Os andarilhos (aranhas, voadores) provocam muitos acidentes: quedas, entalões, queimaduras, pancadas na cabeça, e não ajudam a andar, pelo contrário, podem atrasar», lê-se nos conselhos aos pais. Os especialistas recomendam ainda, a quem tiver um andarilho em casa, que, antes de o deitar para o lixo, o destrua até ficar inutilizado, para que ninguém possa mesmo voltar a usá-lo.

    Estudo comprova atraso no desenvolvimento
    Um estudo publicado no British Medical Journal, em Junho de 2002, arrasou de vez com as teorias que diziam que os andarilhos estimulavam a aquisição da marcha. Uma investigação da Universidade de Fisioterapeutas de Dublin concluiu que por cada 24 horas em cima de um andarilho, um bebé atrasava o início da marcha mais de três dias. Para chegar a estes números, os investigadores analisaram a evolução do desenvolvimento motor de 190 bebés saudáveis. Segundo explicaram, os bebés que utilizam andarilhos «andam sem carregar o peso do próprio corpo, o que faz com que os seus músculos e ossos não se desenvolvam normalmente».

    Retirado DAQUI

    quinta-feira, 19 de junho de 2008



    MÃOS E DEDOS DE FADA




    ACTIVIDADES PARA CRIANÇAS COM MENOS DE 3 ANOS
    JACIARA DE SÁ

    CONSULTORIA: CISELE ORTIZ, DO INSTITUTO AVISA LÁ, EM SÃO PAULO

    ADAPTAÇÃO: É TUDO NOVIDADE
    Até ir para a creche, a criança tem um relacionamento social restrito à sua casa, com os seus pais ou responsáveis, e a alguns familiares.
    Ao freqüentar um novo ambiente, ela precisa de um período para se adaptar ao espaço, às pessoas e às novas relações que vão surgir. O sucesso desse processo depende do acolhimento que a instituição oferece. Na escola, a mediação do educador é determinante, pois a ele compete introduzir o novato no grupo.
    O ideal é manter os cuidados específicos e individuais que a criança está acostumada a ter em casa. Por isso, é importante que um dos pais ou um responsável acompanhe os primeiros dias na creche: além de mostrar ao educador aspectos relevantes da rotina familiar, ele vai transmitir à criança segurança até que ela consiga ficar sozinha.
    Para a adaptação ser completa, é fundamental também o educador compartilhar com a família as experiências inéditas que os pequenos vivenciam na escola.



    A MÚSICA DOS NOMES
    IDADE> A partir de 4 meses.
    TEMPO> 30 minutos.
    ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou jardim.
    OBJETIVOS> Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador.

    PREPARAÇÃO>Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui no Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.


    HORA DA COLHEITA

    IDADE> A partir de 3 anos.
    TEMPO> Uma hora.
    ESPAÇO> Sala de atividades.
    MATERIAL> Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.
    OBJETIVOS> Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.

    PREPARAÇÃO> Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças.

    Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta.
    O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.


    TEATRO DE BONECOS
    IDADE> A partir de 1 ano e meio.
    TEMPO> 30 minutos.
    ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
    MATERIAL> Fantoches ou dedoches.
    OBJETIVO> Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens.

    PREPARAÇÃO> Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como:

    - Quem trouxe você para a escola hoje?
    - Você tem amigos? Quem são?
    - Você já brincou no parque?
    - Você já tomou lanche?

    MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
    IDADE> A partir de 2 anos.
    TEMPO> Uma hora.
    ESPAÇO> Sala de atividades.
    MATERIAL> Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
    OBJETIVOS> Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares.

    PREPARAÇÃO> Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar.

    Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário, guarde o desenho com as demais atividades.

    quarta-feira, 18 de junho de 2008


    Carta do Direitos das Crianças a Brincar


    1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
    Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr “brincar” a rimar com “aprender”). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar discreto dos seus pais.
    Brincar só ao fim-de-semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.


    2. As crianças têm direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula “primeiro fazes os deveres e depois brincas”, tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.

    3. As crianças têm direito a unir brincar com aprender.
    Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga o que se sente com aquilo que se aprende. Quem não brinca, não imita, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!~

    4. As crianças têm o direito a não saber brincar.
    Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se ou desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca e com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.

    5. As crianças têm direito a descobrir que os melhores brinquedos são os pais.
    Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos e com o que entendam, por mais que não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mais brinca-se de menos.

    6. As crianças têm direito a desarrumar todos os brinquedos.
    (e a arrumá-los, de seguida, com um toque...pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, os mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar.
    Não há, por isso, brinquedos maus!A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.

    7. As crianças têm direito a brincar para sempre.
    A infância nunca morre: apenas adormece.
    E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.


    Autoria: Eduardo Sá

    segunda-feira, 16 de junho de 2008

    Mona Lisa Art Attack

    ARTE...simplesmente!



    Educar com o coração

    Na educação das nossas crianças, todo o exagero é negativo.

    O texto abaixo, retirado do livro "Educar com o Coração" de Eugénia Puebla, é o puro exemplo de que "os filhos são flechas que lançamos ao mundo" (Kalil Gibran):

    Responda-lhe, não o instrua.

    Proteja-o, não o encubra.

    Ajude-o, não o substitua.

    Abrigue-o, não o esconda.

    Ame-o, não o idolatre.

    Acompanhe-o, não o leve.

    Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.

    Inclua-o, não o isole.

    Alimente as suas esperanças, não as descarte.

    Não exija que seja o melhor, peça para ser bom e dê o exemplo.

    Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.

    Não o mande estudar, prepare-lhe um bom clima de estudo.

    Não construa um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.

    Não o ensine a ser, seja você como quer que ele seja.

    Não lhe dedique a sua vida, vivam todos, cada um a sua.

    Lembre-se de que o seu filho não o escuta, ele olha para si.

    E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...

    Ensine-o a viver sem portas!

    domingo, 15 de junho de 2008


    18 coisas que NUNCA deve fazer ao seu bebé

    1. Nunca deixe o seu bebé brincar com balões ou sacos de plástico – existe o perigo de asfixia.
    2. Nunca deixe brinquedos com cassetes perto do bebé.enquanto ele dorme. A fita da cassete pode causar estragulamento.
    3. Nunca deixe o seu bebé petiscar bolachas ou pão durante todo o dia. Isto faz com fique menos interessado em comida mais nutritiva além de lhe tirar o apetite.
    4. Nunca deixe o seu bebé com alguém que não conhece.
    5. Nunca ponha imans na porta do frigorifico porque podem partir-se em pedacinhos pequenos e causar asfixia.
    6. Nunca adie a decoração do quarto do bebé porque pode não ter tempo depois do bebé nascer.
    7. Nunca acresecente comida sólida, como cereais no biberão do seu bebé. Além de perigo de asfixia, adiciona calorias desncessárias.
    8. Nunca vista roupas com fitas ou atilhos soltos, ao seu bebé. Podem causar estrangulamento.
    9. Nunca ponha muitos brinquedos grandes no parque de um bebé que se consegue por em pé. Ele pode utilizá-los para saltar de lá para fora.
    10. Nunca dê ao bebé comida com particulas pequenas e sólidas, tal como nozes, pipocas ou passas.
    11. Nunca aqueça biberões no micro-ondas porque o leite pode ficar demasiado quente e queimar o bebé.
    12. Nunca deixe objectos soltos no banco de trás do seu carro quando está lá o bebé. Se o carro parar de repente, os objectos podem cair para cima do bebé.
    13. Nunca deixe o bebé sozinho no carro estacionado por razão nehnuma.
    14. Nunca deixe o seu recém-nascido com uma criança pequena, mesmo que eles pareçam entender-se. As crianças pequenas podem por em perigo o bebé mesmo sem terem noção disso.
    15. Nunca deixe o seu bebé sozinho, a não ser no berço.
    16. Nunca deixe o seu bebé sozinho na banheira.
    17. Nunca deixe as janelas abertas.
    18. Nunca deixe o seu bebé dormir com um biberão de sumo ou mesmo leite. Pode causar cárie dentária.

    Copyright 2006. Jonathan TengVisite: www.babycaresecrets.com


    sábado, 14 de junho de 2008

    Massagem para Bebês, Shantala, uma Arte Tradicional



    “A massagem de bebês é uma arte, tão antiga quanto profunda, simples, mas difícil, difícil por ser simples, como tudo o que é profundo."



    Shantala é uma massagem indiana que tranquiliza, evita cólicas, insónias, melhora a digestão e ainda ajuda a aprofundar a relação de afeto entre a mãe e o bebê podendo ainda ser efetuada em crianças até aos 9 anos.
    Esta técnica de massagem é originária do Sul da Índia e foi trazida para o Ocidente pelo obstreta Fréderic Leboyer que percebeu que as crianças indianas tinham um bom tónus muscular e eram alegres apesar de toda a pobreza em que viviam. Então resolveu pesquisar o porquê e conheceu uma mulher chamada Shantala nas ruas pobres de Calcutá a massajar o filho e descobriu que esta o fazia diariamente tal como a grande maioria das mães indianas. Aprendeu a técnica e resolveu implementá-la na Europa.
    Utiliza-se musica suave e o ambiente é aquecido pois o bebê não pode sentir frio e deve sentir-se o mais confortável possível.
    Vai precisar para a massagem de um óleo de massagem de amêndoas doces ou de camomila, de duas almofadas, de duas toalhas grandes e de muito carinho.

    Realiza-se da seguinte forma:

    • 1º - Sente-se com as pernas esticadas, a coluna direita e coloque a criança de frente para si numa posição confortável apoiada nas almofadas. Olhe sempre para os olhos da criança. A massagem deve ser feita sem pressa. Concentre-se procurando sentir as reações da criança.
    • 2º - Comece a massagem deslizando suavemente as mãos pelo corpo da criança da cabeça aos pés.
    • 3º - Pingue algumas gotas de óleo na sua mão e coloque no peito da criança massajando em forma de X cruzando o tórax.
    • 4º - Massageie os braços da criança até ás mãos como se fossem uma rosca e depois abra a palma da mão e massageie suavemente cada dedo.
    • 5º - Passe então o óleo na barriga com as mãos espalmadas de cima para baixo e fazendo uma leve pressão no ventre.
    • 6º - Tal como tinha efetuado nos braços, massageie as coxas com o movimento de rosca ou de torção. Depois massageie as plantas dos pés, primeiro com os polegares e depois com a palma da mão.
    • 7º - Vire o bebê de bruços e comece a massagear as costas com as duas mãos desde do pescoço ás nádegas.
    • 8º - Com uma das mãos apoie as nádegas da criança e com a outra percorra as costas, descendo da nuca ás nádegas como uma onda
    • 9º - Continue a percorrer as costas de alto a baixo, mas em vez de parar nas nádegas siga o movimento passando pelas coxas, pernas, até aos pés.
    • 10º - Vire a criança de frente para lhe massagear o rosto, deslizando os dedos da testa para o queixo, com movimentos circulares em volta dos olhos e da boca.
    • 11º - Faça agora nos braços e nas pernas movimentos cruzados de abrir e fechar, respeitando a flexibilidade da criança. Antes de acabar a massagem leve a criança próximo do seu rosto e converse com ela baixinho sempre olhando nos seus olhos.

    Retirado daqui (Um blog muito BOM!)