








Um blog para partilhar, comentar,informar...sempre com muita alegria! Bem-vindos ao Mundo Encantado das Crianças!

ACTIVIDADES PARA OS DIAS DE CHUVA
Essas atividades são próprias para espaços fechados, sendo muito úteis naquele dia chuvosos. Lembrem-se sempre de adequar a faixa etária com quem vão trabalhar. Essas atividades podem ser perfeitamente adaptadas em outros espaços.
1. O enigma da Ilha
Há uma ilha no centro do salão (a "ilha perdida"). E nela um tesouro! Haverá equipes que devem desvendar charadas, pistas, responder perguntas, estafetas, qual é o animal? , forcas de palavras não tão complicadas e outras coisas mais... Para alcançarem a "ilha perdida". A cada resposta certa de uma equipe, esta ganhará um pedaço de uma ponte, que será um grande quebra-cabeça - comprido - da cor da equipe. A equipe que completar a ponte primeiro e pegar o tesouro vence o jogo. Material: ilha, tesouro, ponte (quebra-cabeça), material no geral para estafetas, jogos de perguntas, etc.
2. Caos
Divisão por 4 equipes (cada uma representada por uma cor).
É um jogo de tabuleiro numerado de
Pelo espaço, estarão espalhados 50 papéis com números e palavras, exemplo: 1-vida; 27-calor; 43-garfo; etc. E mais alguns monitores (o nº de monitores é igual ao nº de equipes) que estarão com uma lista numerada de 1 até 50, com as suas respectivas palavras (1-vida, 27-calor) e na frente de cada combinação destas, uma tarefa relâmpago para a equipe cumprir.
Primeiramente todas as equipes jogam o dado e já posicionam seu "pino" (da cor da sua equipe) no tabuleiro. Logo em seguida é dado o sinal de início e todas saem para encontrar o papel que corresponde ao número em que estão no TABULEIRO e encontrando, observarão a palavra que está relacionada a ele, por exemplo "06-CARRO".
Tendo a palavra, a equipe corre até um dos monitores que passará a tarefa daquela palavra. Cumprindo-a, a equipe joga novamente no tabuleiro e sai para encontrar outro número, com outra palavra relacionada a ele. E assim por diante até a prova final (nº. 50).
Para ganhar, a equipe deve chegar primeiro ao 50, caindo exatamente nesta casa, ou seja, se a equipe estiver na casa 48 e tirar 5 no dado, voltará para a
casa 47, pois irá até o 50 (com 2) e volta até o 47 (com 3) somando 5, tirado no dado.
Material: tabuleiro gigante com peças, senhas número-palavra (de
3. Estourar Bexigas ou Explosão
Crianças terão amarradas em seus pés bexigas (uma em cada perna). Ao início da brincadeira o objetivo é estourar os balões dos colegas e ao mesmo tempo proteger as suas (dentro de um espaço mais reduzido, como uma quadra de vôlei). O último que sobrar com bexigas, mesmo uma só no pé não estourada, vencerá.
Uma variação deste jogo é transformá-lo num "mini-caça", como por exemplo, fazer com que os monitores sejam fugitivos pelo espaço (sendo este maior no caso) com suas bexigas na cintura e as crianças sejam os pegadores.
Material: bexigas e linha.
4. Caçadores de ursos
Divisão por duas equipes de número igual de integrantes. Queimada onde há um espaço em círculo no centro onde ficam os ursos. Os caçadores ficarão do lado de fora do círculo, tendo em mãos algumas "bolas". Num determinado tempo (pré-estabelecido pelo monitor) os caçadores terão que acertar todos os ursos, se o fizerem vencerão. Caso sobre apenas um urso, estes serão os vencedores.
Material: bolas.
5. Númerobol
Crianças sentadas paralelamente às linhas laterais da quadra formando uma fileira, divididas em 2 equipes de número de integrantes igual. Cada criança receberá uma numeração, na ordem da fileira, de "1" até "10" por exemplo. O mesmo para a outra equipe.
No centro haverá uma bola e ao sinal do monitor, que gritará um número, por exemplo "7", as duas crianças - uma de cada equipe - devem sair da fileira e ambas tentarão marcar um gol ou fazer uma cesta, etc. E assim por diante.
Pode-se utilizar também panos e as crianças, com cabinhos de vassoura, devem tentar marcar um "gol" por entre as pernas de uma cadeira, por exemplo.
6. Pega o rabo do Macaco
Cada criança possuirá um rabinho feito de fita ou papel. Tendo o objetivo de arrancar o rabinho do colega e ao mesmo tempo proteger o seu (dentro de um espaço restrito, como um salão). Não é permitido qualquer tipo de toque, como agarrar partes do corpo do colega, fora o rabinho ou mesmo esconder este com as mãos, no bolso, etc.
A crianças que tiver o seu rabinho pego, formará um círculo para diminuir o espaço dos participantes.
Material: rabinho de fita ou papel.
7. Corrida das Estátuas
Todas as crianças ficam de um lado do espaço (seja este uma quadra, salão, etc) e um monitor do outro lado, de costas para eles.
O monitor explica que ele realizará uma contagem de
No momento em que ele disser: "DEZ!", as crianças devem parar em estátua, e quem se mover, volta para o início, sem que saia do jogo. Os monitores ficarão fazendo graça e tentando fazer com que as crianças se movam. O monitor realizará várias contagens, caso uma criança não se mova numa contagem, na próxima, continuará correndo de onde estava.
O vencedor (a) será quem conseguir encostar-se ao monitor dentro da contagem, e esse, tornar-se-á o comandante (que faz a contagem).
8. O Caçador, o Pardal e a Abelha.
Todas as crianças fazem um círculo de mãos dadas, com exceção de 3 participantes, que serão o caçador, a abelha e o pardal.
Dado o sinal de início, o caçador deve perseguir o pardal. O pardal deve perseguir a abelha. E a abelha deve correr atraz do caçador.
Podendo correr por dentro ou por fora do círculo.
Quando alguém for pego, troca-se o caçador, o pardal e a abelha.
Nos quatro cantos de uma quadra existiram quatro tipos de animais e ao centro está o caçador, como mostra o esquema:
| leão | | caçador |
| | cobra | |
| gato | | foca |
Um dos jogadores será escolhido para ser o caçador, os outros divididos em quatro grupos de animais, sendo que cada animal tem o seu canto. O caçador permanece ao centro. Dado o sinal de início, um monitor, gritará o nome de dois bichos e todos representantes desta espécie deverão trocar de lugar. O caçador irá persegui-los e todos que forem pegos terão pontos a menos para sua equipe! Faremos isso várias vezes, algumas com mais de um caçador, e ao final contaremos os pontos de cada equipe.

A perigosidade dos andarilhos levou a APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, e a SPP, Sociedade Portuguesa de Pediatria, a desenvolver um estudo piloto da incidência nacional de lesões associadas a acidentes com andarilhos. A investigação ainda está a decorrer e as conclusões deverão ser apresentadas perto do final deste ano, altura em que a APSI apresentará uma nova campanha contra a utilização de andarilhos.
Os últimos dados do EHLASS (Sistema Europeu de Vigilância de Acidentes Domésticos e de Lazer, coordenado pelo Instituto do Consumidor) referentes a Portugal, remontam a 1998 e contabilizam 850 acidentes com andarilhos por ano. Estes números referem-se apenas a lesões suficientemente graves para obrigar a recorrer a um serviço de urgência hospitalar. De fora ficam os casos em que a criança é tratada em casa ou levada a outros serviços de saúde. As idades mais afectadas situam-se entre os 6 e os 15 meses. Cerca de metade dos casos correspondem a quedas de escadas. Mais de 60 por cento das crianças acidentadas sofrem traumatismos cranianos.
Canadá exemplo único
Em Abril de 2004, o Canadá tornou-se o primeiro país a proibir os andarilhos. O ministro da Saúde do país anunciou a medida, lembrando «os perigos a que as crianças ficavam expostas com a utilização de andarilhos». Desde 1989 que muitas marcas já tinham deixado de comercializar voluntariamente este tipo de artigos, o que terá originado uma espécie de mercado negro durante esse período. Os acidentes continuaram a acontecer e o governo decidiu tomar medidas extremas: a proibição. Multas e apreensão do andarilho são as penas para quem for encontrado na posse de um neste país.
Entre as dicas aos pais sobre segurança infantil, a APSI desaconselha totalmente a utilização de andarilhos. Na última campanha, em 1998, o slogan era bem claro: «Diga não aos andarilhos». No spot televisivo via-se um boneco dentro de um andarilho a tropeçar num degrau e a cair com a cabeça no chão, a chocar com a cabeça no tampo de uma mesa e
caindo pelas escadas abaixo. Imagens arrepiantes que, em breve, vão voltar à televisão. «As normas europeias de segurança para os andarilhos referem apenas a largura do arco, que deve ser suficientemente grande para impedir a passagem por certos sítios, e o sistema de travagem, que, no caso de uma roda ficar no ar, deve obrigar as outras a travarem», explica Helena Cardoso Menezes, deixando claro que são medidas insuficientes. «Os andarilhos são, isoladamente, os equipamentos de puericultura que mais acidentes graves provocam na faixa etária entre os 6 e os 15 meses».Inimigos da marcha
O perigo de acidentes não é o único problema dos andarilhos. «O facto de a criança ficar em pé no andarilho impede-a de rolar, sentar-se ou gatinhar, que são as bases para a aquisição da marcha. Quanto mais praticar estas etapas, mais depressa aprenderá a andar. Além disso, como o bebé anda na ponta dos pés, causa tensão nos músculos das pernas, atrasando o desenvolvimento motor em geral», explica Elsa Rocha, pediatra no Hospital de Faro. «Os andarilhos são um contra-senso, uma vez que são desenhados para pôr a criança numa posição que não é a ideal para o seu desenvolvimento naquele momento», clarifica Elsa Rocha, que também é uma das responsáveis pelo estudo da SPP sobre andarilhos.
A pediatra reforça ainda a inutilidade dos andarilhos, alertando para os perigos que lhe estão associados: «São completamente contra-indicados. Mesmo que sejam utilizados durante pouco tempo, não fazem bem nenhum. É fundamental alertar os pais. A maior parte não tem noção de que os andarilhos são um objecto perigoso e sem qualquer tipo de vantagem.»
Proibir a venda de andarilhos seria a solução? «Proibir apenas em Portugal não fará muito sentido, pois facilmente se compraria um andarilho em Espanha.»
A discussão sobre o perigo dos andarilhos já fez correr muita tinta pelo mundo fora, principalmente no Reino Unido e nos EUA. A Academia Americana de Pediatria (AAP) recomenda a proibição de andarilhos desde 1995. No entanto, e apesar de em 2001 terem sido registados mais de seis mil acidentes com crianças em andarilhos, o governo americano ainda não tomou qualquer medida nesse sentido. Ao longo destes anos, a AAP tem feito vários comunicados dirigidos aos pais, desencorajando-os a comprar os aparelhos.
Em Portugal, a recomendação surge até no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil: «Os andarilhos (aranhas, voadores) provocam muitos acidentes: quedas, entalões, queimaduras, pancadas na cabeça, e não ajudam a andar, pelo contrário, podem atrasar», lê-se nos conselhos aos pais. Os especialistas recomendam ainda, a quem tiver um andarilho em casa, que, antes de o deitar para o lixo, o destrua até ficar inutilizado, para que ninguém possa mesmo voltar a usá-lo.

CONSULTORIA: CISELE ORTIZ, DO INSTITUTO AVISA LÁ, EM SÃO PAULO
ADAPTAÇÃO: É TUDO NOVIDADEA MÚSICA DOS NOMES
IDADE> A partir de 4 meses.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou jardim.
OBJETIVOS> Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador.
Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta.
O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.
TEATRO DE BONECOS
IDADE> A partir de 1 ano e meio.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
MATERIAL> Fantoches ou dedoches.
OBJETIVO> Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens.
- Quem trouxe você para a escola hoje?
- Você tem amigos? Quem são?
- Você já brincou no parque?
- Você já tomou lanche?
MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
IDADE> A partir de 2 anos.
TEMPO> Uma hora.
ESPAÇO> Sala de atividades.
MATERIAL> Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
OBJETIVOS> Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares.
Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário, guarde o desenho com as demais atividades.

1. As crianças têm direito a brincar todos os dias.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr “brincar” a rimar com “aprender”). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar discreto dos seus pais.
Brincar só ao fim-de-semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração.

Na educação das nossas crianças, todo o exagero é negativo.
O texto abaixo, retirado do livro "Educar com o Coração" de Eugénia Puebla, é o puro exemplo de que "os filhos são flechas que lançamos ao mundo" (Kalil Gibran):
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o encubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente as suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça para ser bom e dê o exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um bom clima de estudo.
Não construa um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não o ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a sua vida, vivam todos, cada um a sua.
Lembre-se de que o seu filho não o escuta, ele olha para si.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensine-o a viver sem portas!

Copyright 2006. Jonathan TengVisite: www.babycaresecrets.com

“A massagem de bebês é uma arte, tão antiga quanto profunda, simples, mas difícil, difícil por ser simples, como tudo o que é profundo."
Shantala é uma massagem indiana que tranquiliza, evita cólicas, insónias, melhora a digestão e ainda ajuda a aprofundar a relação de afeto entre a mãe e o bebê podendo ainda ser efetuada em crianças até aos 9 anos.
Esta técnica de massagem é originária do Sul da Índia e foi trazida para o Ocidente pelo obstreta Fréderic Leboyer que percebeu que as crianças indianas tinham um bom tónus muscular e eram alegres apesar de toda a pobreza em que viviam. Então resolveu pesquisar o porquê e conheceu uma mulher chamada Shantala nas ruas pobres de Calcutá a massajar o filho e descobriu que esta o fazia diariamente tal como a grande maioria das mães indianas. Aprendeu a técnica e resolveu implementá-la na Europa.
Utiliza-se musica suave e o ambiente é aquecido pois o bebê não pode sentir frio e deve sentir-se o mais confortável possível.
Vai precisar para a massagem de um óleo de massagem de amêndoas doces ou de camomila, de duas almofadas, de duas toalhas grandes e de muito carinho.
Realiza-se da seguinte forma:

La evaluación, elemento curricular de primer orden, es un componente imprescindible para valorar el proceso educativo. En la Educación Infantil es importante evaluar constantemente. Y no se evalúa solo el resultado de una actividad, sino el proceso realizado y la actuación del propio maestro/a en el planteamiento de la actividad. Se evalúa el proceso de enseñanza-aprendizaje.
EVALUACIÓN INICIAL
EVALUACIÓN CONTINUA Y FORMATIVA
EVALUACIÓN FINAL
La evaluación:
-Proporciona información sobre los conocimientos previos de los alumnos para poder organizar la actividad a partir de éstos. Nos informa también del proceso de aprendizaje que realiza el alumno/a y la forma en que organiza su conocimiento.
-Permite conocer el grado en que los alumnos van adquiriendo los aprendizajes.
-Posibilita que el propio niño conozca sus avances y logros.
-Debe ser formativa, continua y global, para que se pueda ir adaptando el programa a las necesidades del grupo y de cada niño/a en particular, lo que hace más eficaz la práctica pedagógica.
EVALUACIÓN INICIAL
Nos informa sobre cómo está el niño a principio de curso, o al principio de cada unidad.
Los niños presentan una gran diversidad; por ello, la observación individual es un instrumento importante para realizar la evaluación. Se concreta en la observación que el profesor/a haga de cada alumno/a y en el resultado del registro individual de los conocimientos previos. Otro instrumento útil en la evaluación inicial es la entrevista con los padres.
INSTRUMENTOS:
Cuestionario para la entrevista inicial con los padres al inicio de la escolaridad.
Pautas de observación para el período de adaptación.
Ficha de evaluación inicial en el nivel 3 años.
EVALUACIÓN CONTINUA Y FORMATIVA
Nos indica los procesos de cada uno de los alumnos durante el aprendizaje.
A medida que avanza el proceso, es necesario valorar los progresos y dificultades de los alumnos, para adptar y orientar la actividad escolar.
Un buen recurso es realizar un cuadro de doble entrada en el cual se escriben los nombres en la parte vertical y en la horizontal los contenidos que se van trabajando.
La observación sitemática e individualizada, la anotación de datos...permiten conocer cómo asimilan los alumnos su experiencia educativa y mejorar la acción de enseñanza aprendizaje.
INSTRUMENTOS:
-Evaluación de cada Unidad: Pautas de observación y seguimiento al final de cada Unidad didáctica.
-Ficha de evaluación continua trimestral.
-Boletín Informativo, trimestral en cada nivel, dirigido a las familias.
EVALUACIÓN FINAL
Se realiza al final de la etapa y nos informa sobre las capacidades alcanzadas por el niño/a al final del ciclo.
Esta evaluación permite elaborar un informe detallado que explica la situación del alumno y, a partir de él, dar orientaciones para adptar los posteriores priodos educativos al nivel que han conseguido.
INSTRUMENTOS
Evaluación final de nivel para el expediente del alumno/a.
E. Final de 3 Años,
E. Final de 4 Años,
E. Final de 5 Años
E. Final del Ciclo 3-6 años.



“Todo conhecimento começa num sonho.
O conhecimento nada mais é que a aventura
pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada.Mas sonhar é coisa que não se ensina.
Brota das profundezas da terra.
Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa:
Conte-me seus sonhos para que sonhemos juntos”.
(Rubem Alves)


Os Super Bock Super Blog Awards são uma homenagem a ti e a todos quantos, diariamente, celebram a língua portuguesa em total liberdade de expressão e ajudam a criar uma nova Internet, a Web 2.0.
Vamos fazer a festa dos Blogs em Portugal, premiando a importância desta forma de livre expressão colectiva e partilha de opinião.
Todos os anos, os prémios Super Bock Super Blog Awards irão reconhecer a autenticidade, a actualidade, a relevância, a interactividade e também a criatividade dos melhores Blogs portugueses.
Com esta iniciativa, a Super Bock pretende contribuir para a difusão dos melhores Blogs, estimulando os portugueses a participarem na consolidação da Identidade Portuguesa online.
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