domingo, 6 de abril de 2008



A Educação de Infância é importante porque:



- propicia a utilização de diferentes linguagens, como a corporal, a musical, a plástica, a oral e a escrita;

- faz com que a criança desenvolva uma imagem positiva de si mesma e seja mais autónoma;

- ensina a conhecer o próprio corpo e os hábitos de cuidado com a saúde;

- estabelece vínculos afectivos e de troca com adultos e outras crianças, fortalecendo a auto-estima e a sociabilidade;

- desenvolve atitudes de ajuda e colaboração, bem como o respeito à diversidade;

- estimula a expressão de emoções, pensamentos e necessidades;

Brigadeiros de Chocolate

INGREDIENTES:

  • Uma lata de leite condensado;
  • Três colheres de sopa de chocolate em pó;
  • Uma colher de sopa de manteiga
  • Chocolate granulado castanho ou colorido (como preferir e use a quantidade que desejar);
PREPARAÇÃO

Leve ao lume o leite condensado, a manteiga e o chocolate.

Mexa bem até que a massa comece descolar da panela.

Deite num prato untado com manteiga e deixe arrefecer.

Faça as bolinhas com as mãos untadas de manteiga e

enrole no granulado.

E pronto, basta servir para fazer a alegria das crianças que adoram chocolates!!!


Bom Apetite!!!

segunda-feira, 31 de março de 2008



O seu título poderia ser simplesmente CRIANÇA

(…)Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas
Que vão em ranchos pelas estradas
Com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.
 
A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as coisas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.
 
 
(…) Ao anoitecer brincamos às cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.
 
Depois eu conto-lhe histórias das coisas só dos homens
E ele sorri porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do Sol
A variar os montes e os vales
E a fazer doer aos olhos dos muros caiados.
 

Alberto Caeiro

HISTÓRIA

"O COELHINHO ESPERTO"


Era uma vez, um país muito distante do nosso... onde um dia, sem ninguém saber porquê deixou de chover. Do céu não caía nem gota de água. Aos poucos, os rios, as ribeiras, os riachos, os poços e as fontes foram secando. Só numa clareira da floresta, e, sem ninguém também saber porquê, havia uma grande poça de água, que se mantinha sempre cheia.

Aos poucos, todos os animais daquela floresta, começaram a mudar a sua casa para perto da poça.Entre os animais,surgiu uma raposa espertalhona e um coelho rechonchudinho. A raposa pensou logo:

-Ui, que rico almoço! E nem preciso me cansar. É só ficar aqui toda refastelada junto da água, que ele vem ter comigo.

E assim fez. Montou guarda junto à poça, impedindo o coelho de beber água.

Passado alguns dias, o nosso amigo coelhinho, já estava cheio de sede. E pensava:

-Se não morro na boca da raposa, morro de sede! Tenho de arranjar uma solução.

Pensou... pensou... (é que quando as cabeças pensam, inventam grandes coisas) e o coelhinho descobriu mesmo uma forma de enganar a raposa.

Foi ao pé de uma casinha de abelhas, uma colmeia, empurrou... empurrou... e a colmeia tombou. Lá de dentro começou a sair mel.

O coelhinho rebolou-se no mel e ficou todo pegajoso. Depois foi debaixo de uma árvore, que tinha muitas folhas caídas e rebolou-se nelas. Ficou completamente mascarado.

A raposa, sempre à espreita, viu chegar aquele bicho tão estranho e ficou intrigada:

-Que bicho tão esquisito! Será bom para comer?

-Hum! Não me parece. Tem tanta folha! Eu não gosto nada de folhas. Vou lá falar com ele.

- De onde vens? - perguntou ela.

-De muito longe... -respondeu o coelhinho

-E lá onde moras há muitos bichos como tu?

-Há, há! - e continuou a beber.

O coelhinho, quando se apanhou com a barriga bem cheia, pensou:

-Não sei quando conseguirei cá voltar, o melhor será tomar já um banho.

Se mal o pensou, pior o fez. Entrou na água e começou a chapinhar mas esqueceu-se que as folhas na água ficavam moles e caíam. Foi o que aconteceu.

-Ah, seu malandro, pensavas que me enganavas? Espera que já te apanho!

Tic, tic, tic...corria o coelhinho. Tchoc, tchoc, tchoc... saltava a água na sua barriga.

Tac, tac, tac... a raposa furiosa, quase em cima dele.

Quando o coelhinho já se sentia molhado pela saliva da raposa, e ela já sentia na boca o sabor a coelho, aparece na frente deles uma árvore muito velhinha, com buracos no tronco.

O coelho, muito depressa, entrou num buraco e subiu por dentro do tronco. A raposa ia tão convencida de que o apanhava, que nem reparou no tamanho do buraco. Enfiou-se por ali a dentro e ficou presa, não entrava nem saía.

O nosso amiguinho, que espreitava empoleirado no tronco, ao vê-la naquela situação, saltou para o chão, dirigiu-se à raposa que esperneava e deu-lhe uma valente dentada no rabo, enquanto dizia:

-Toma, bem feito, que é para me deixares em paz! A água na terra deve ser para todos.

A raposa só no outro dia, e depois de muito puxar, conseguiu sair mas estava toda arranhada. Ficou-lhe de lição e nunca mais correu atrás do coelhinho.

Bendito e louvado, está o conto acabado.



Mais histórias aqui

sábado, 29 de março de 2008


Pesquisando na net encontrei estas jarrinhas engraçadas...

e como o fimo anda na moda...

que tal experimentar?

Tubos florales

Una imagen vale más que mil palabras, sigue las instrucciones visuales y nuestras instrucciones básicas:
Instrucciones:
Amasar la masa Fimo hasta que tenga la plasticidad necesaria. (Se debe hacer un rollito y si al arquearlo no se quiebra significa que está acondicionado correctamente). Aclaramos que, en realidad, lo que se hace es trabajar suavemente la masa con ambas manos, ya que a medida que se la manipulea se ablanda; si se excede en este paso se hace difícil el armado de la pieza (la masa debe estar homogénea pero con cuerpo). Luego se procede al modelado de la obra. Terminada la misma, se coloca sobre un trozo de papel de aluminio espolvoreado con muy poca cantidad de talco, y éste a su vez en una asadera, y se lleva a horno a temperatura muy suave, (no mayor de 130ºC) durante aproximadamente 20 minutos. Este tiempo es sólo indicativo, ya que la cocción depende del tamaño y espesor de la pieza horneada. Al retirar del horno el objeto estará blando. Se puede dejar enfriar naturalmente o dentro del horno apagado y con la puerta abierta. El material que no haya sido horneado se guarda envuelto en papel de film o una bolsita de nylon. Todos los restos de masa son reutilizables antes del horneado. La masa no endurece por sí misma ni en contacto con el aire. Por lo tanto se pueden elaborar varias piezas y hornearlas juntas cuando se desee.
www.eberhardfaber.com

Caixa da Primavera

quarta-feira, 26 de março de 2008

Na Escola

Agarro o lápis e traço

Um círculo no papel,

Dou-lhe cor, recorto-o

E colo-o na parede.

.

Pego no caderno e escrevo

Somo, divido e multiplico

Leio uma história divertida

E explico-a depois.


Pinto, moldo, recorto

Canto, leio, conto, escrevo,

Jogo à bola e ao eixo,

Mascaro-me e tenho amigos.


Na Escola....sou Feliz!

segunda-feira, 24 de março de 2008


“Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.”

Autor desconhecido.

quarta-feira, 19 de março de 2008

sábado, 15 de março de 2008

Canções com cheirinho a Primavera!

Fui ao jardim da Celeste

- Fui ao jardim da Celeste,

giroflé, giroflá,

fui ao jardim da Celeste,

giroflé, flé, flá.

- O que foste lá fazer?

giroflé, giroflá,

O que foste lá fazer?

giroflé, flé, flá.


- Fui lá buscar uma rosa,

giroflé, giroflá,

Fui lá buscar uma rosa,

giroflé, flé, flá.


-Para quem é essa rosa,

giroflé, giroflá,

- Para quem é essa rosa,

giroflé, flé, flá.

- É para a menina(o) _________

giroflé, giroflá,

-É para a menina(o) _________

giroflé, flé, flá.



A Abelhinha

Zum, zum, zum!

E pousa na flor!

Zumbe, zumbe é a abelhinha


Faz o mel, leva à rainha

Zum, zum, zum!

E pousa na flor.



Alecrim


Alecrim, alecrim aos molhos,

por causa de ti choram os meus olhos.


Ai, meu amor, quem te disse a ti

que a flor do monte era o alecrim?!


Alecrim, alecrim dourado,

que nasce no monte sem ser semeado.


Ai, meu amor, quem te disse a ti

que a flor do monte

era o alecrim?!



Vem, andorinha,

a chilrear;

a Primavera

está a chegar.

...

És mensageira

de um novo dia

dás às crianças

muita alegria!


Joaninha, joaninha,

quem te pintou

tanta pintinha

no vestido de rainha?


Ninguém me pintou

nem me pintará;

não uso vestido

ninguém mo dará.


Mas tenho uma rosa

p'ra minha morada;

tenho duas asas

de cor encarnada.


O Sol me alumia,

o céu é o meu tecto.

Ah, como é tão bom

ser um insecto.


terça-feira, 11 de março de 2008