quinta-feira, 24 de maio de 2007



O meu Abcedário



A de Amor
B de Benfica
C de Crianças
D de Dar
E de Esperança
F de Felicidade
G de Guloseimas
H de Honestidade
I de Imaginação
J de Jardim
K de Kindergarden
L de Limpo
M de Magia
N de Natal
O de Observar
P de Porquê
Q de Quente
R de Rir
S de Sentir
T de Tudo
U de Único
V de Valores
W de Wind
X de xilofone
Y de you
Z de zig-zag

segunda-feira, 21 de maio de 2007




Ir ao W.C: pressão dos pais pode atrapalhar...

A ansiedade dos pais com relação a retirada das fraldas da criança pode ser encarada, pelo mesma, como uma tentativa de pressioná-la e isso, geralmente, causa um retrocesso no processo. O melhor é não pressionar, pois quanto mais se exige da criança, mais fixada ela fica nesta fase, não conseguindo fazer a transição.

Quand
o os pais sabem quais os horários em que a criança costuma fazer as suas necessidades,é mais fácil para deixá-la mais à vontade para usar o bacio (ou redutor), além disso, uma boa conversa ajuda muito.

"Deve-se enfocar as vantagens da utilização d
o bacio. Sem a colaboração da criança, fica impossível. É preciso estimulá-la a perceber que este é um passo importante para ela", avalia a psicoterapeuta infantil e terapeuta familiar, dra. Anelise Sandoval Scapaticci.

Fisiológicamente, a criança já está preparada para deixar as fraldas, mas o aspecto emocional deve ser trabalhado, pois ainda é considerada um bebé e, ao m
esmo tempo, está entrando na meninice. "Ela quer as vantagens das duas etapas. Falar com carinho e paciência ajuda muito ao invés de bombardeá-la com pressões. Até então, existia um tratamento permissivo - as fezes eram feitas nas fraldas, agora os pais impõem regras e são vistos como pessoas que proíbem, impõem limites", detalha a terapeuta.

A criança tenta conciliar o amor que sente pelos pais e o ódio por estes imporem limites. Sente vontade de bater nos pais, porém, teme que façam o mesmo com ela. Fazer as fezes nas calças pode representar a agressão aos pais, por isso, deve-se evitar usar braço de ferro com a criança para que
ela utilize o bacio.



Abandono da Fralda...

A partir de um ano e meio de idade, mais ou menos, muitas crianças tendem a abandonar gradualmente as fraldas. Nesta fase é importante que os pais passem a ensiná-la a utilizar o bacio para que adquira este novo hábito.

Há fases em que mesmo as criança
s acostumadas ao bacio são acometidas com as chamadas regressões repentinas, voltando a fazer xixi ou as fezes nas fraldas ou roupas. Na verdade, muitas vezes a criança acha aí uma forma de chamar atenção, devido a chegada de um irmãozinho. Nesse caso, a paciência e o estímulo dos pais são altamente benéficos, porém, somente a partir dos cinco anos de idade é que a criança estará mais atenta com a questão da higiene pessoal. Nesta fase, o cuidado dos pais é imprescindível.

O ideal é que os pais, sempre que possível, lavem os genitais dos pequenos com água e sabonete, após urinar ou defecar. Na fase da adaptação ao bacio é bom que os pais deixem a criança à vontade para, até mesmo, utilizar a retrete se a criança assim o desejar.

É comum também que a criança se esqueça ou não tenha tempo de correr até o bacio. Quando isso ocorre, as fezes ou xixi é feito mesmo na roupa . Mas nada de se irritar ou ralhar, porque isso é super normal. Depois da utilização do bacio, o mesmo deve ser limpo com produtos utilizados para limpeza do w.c..

Escolha sempre um papel higiénico macio e fofinho, que não irrite os órgãos genitais da criança. É importante manter o piso do banheiro sempre seco para evitar que a criança caia. Conservar as unhas do seu filho (a) aparadas, ajuda bastante na higiene porque evita o acúmulo de resíduos fecais. Lembre-se sempre de lavar as mãozinhas da criança, hábito que evita qualquer tipo de contaminação.


Deixar as fraldas

Para os pais é um grande alívio e, para a criança, a descoberta da capacidade de produção. É assim a transição da fralda para o bacio. Muitos pais devem se perguntar qual a relação entre a criatividade infantil com o acto de defecar. É simples. As fezes representam para a criança a manifestação de sua presença no mundo, a capacidade de produzir algo, de criar. Neste período, conhecido como fase anal, o incentivo dos pais é extremamente importante. De acordo com a psicoterapeuta infantil e terapeuta familiar, dra. Anelise Sandoval Scapaticci, até o segundo ano de vida a criança não tinha um contacto tão frequente com o conteúdo que sai dela, ou seja, as fezes. Isso ocorre porque a fralda age como um vínculo.

De repente, perceber que ela produz "aquilo" pode ser, num primeiro momento, assustador para a criança. "Muitas crianças ficam assustadas, no início, com o barulho das fezes a sairem, pois não tinham consciência disso. As fezes representam muito para ela e estão relacionadas com o seu mundo interno. É nesta fase que a criança percebe que tem algo dentro dela, uma produção intensa e fica impressionada com isso", detalha a terapeuta.

Quando a criança passa a ter a consciência que produz as fezes, é como se estivesse a marcar a sua presença no mundo e encara esse acto como a capacidade de produção, criação. Os pais devem valorizar isso, caso contrário, de acordo com a psicoterapeuta, a criança sentirá aversão e ficará amedrontada, prejudicando-a.

Nesta fase também é comum que as crianças tenham curiosidade à respeito do nascimento dos bebés e normalmente pensem que isso está vinculado ao acto de defecar. " Essa é uma das teorias que delas , quando percebem que são produtivas, um momento de grande prazer". Os pais devem aceitar isso como algo bom, pois é o momento lúdico. O susto pode vir primeiro, mas o prazer de se sentir produtivo leva a criança a gostar de fazer suas necessidades no bacio.



Dicas
  • Os pais devem transformar este gesto num momento de descoberta para a criança.
  • No caso de meninos, deve-se ensinar a levantar a tampa e direcionar o pénis. Quando for defecar, ensine-o a abaixar as calças, subir na retrete e limpar-se. Fique sempre perto e explique pausadamente, com tranquilidade. É importante lembrar que a criança só aprenderá a se limpar sozinha por volta dos quatro anos de idade.
  • Se a criança quiser descarregar o autoclismo não hesite. Será parte da aprendizagem. Não esqueça de ensiná-la a lavar as mãos.
  • É importante que a criança seja orientada da mesma forma na creche e em casa!!!
  • Deixar a criança com fraldas ou calças sujas NÃO ajuda para que ela aprenda mais rapidamente a controlar as eliminações.



domingo, 20 de maio de 2007



Yoga para Crianças


Desenvolvimento em plena harmonia. Um Futuro Risonho e Feliz.

Yoga é reconhecido como uma prática ao alcance de todos, independentemente da idade, no entanto, cremos que é na infância que esta se deve iniciar para podermos aproveitar as potencialidades inerentes à própria criança.
Na sociedade actual as crianças encontram-se sujeitas a uma estimulação excessiva própria da vida moderna, horários demasiado preenchidos, pressão e competição escolar, factores que contribuem para aumentar a ansiedade, dispersão, falta de atenção e concentração.
As crianças nascem com capacidades tanto psíquicas como corporais extraordinárias, têm uma enorme flexibilidade, apresentam um óptimo sentido auditivo e visual, uma energia considerável e o dom precioso da sua ilimitada imaginação.
As possibilidades tornam-se infinitas mas podem constituir problemas quando a energia se dispersa, o que nos alerta para o facto de orientar as crianças não as deixando ao acaso.

As Disciplinas Técnicas do Yoga-Sámkhya (o poderoso e sapiente Yoga primordial, com mais de 6000 anos de existência, anterior à perda da potência que os sucessivos desmembramentos do Yoga causaram), respeitam princípios no que diz respeito à manutenção e formação deste ser tão especial em transformação e desenvolvimento que é a criança:

.Preserva e mantém a sua flexibilidade, pureza, imaginação, criatividade e grande capacidade de aprendizagem;
.Acrescenta: capacidade de concentração, crescimento saudável, respeitador e exponencial;
.Confere forte base ética e moral de respeito por si, pelo próximo e pela envolvente humano cósmica e planetária;
.
Prepara para o formidável choque hormonal da adolescência de forma criativa e não traumática e se continuar a praticar em adulto fortalece para o segundo choque biológico hormonal (das andro e menopausas), mas também para as alterações hormonais pontuais do dia a dia (agressividade, desafio, competição), mantendo sempre um emocional positivo;


O Yoga ajuda a criança a caminhar com maior consciência e segurança, oferecendo-lhe a possibilidade de conviver com o melhor de si própria, ensinando-lhe a harmonizar as suas energias, proporcionar-lhe um FUTURO RISONHO e FELIZ.


segunda-feira, 14 de maio de 2007




Tarina... Senti-me Desafiada...

Eu quero: Ser feliz e fazer os outros felizes
Eu tenho: muita alegria, carinho e sorrisos para dar
Eu acho: que não há caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho
Eu odeio: a mentira, a hipocrisia, a falsidade, a inveja, a competição desmedida
Eu sinto: que estou na melhor profissão do Mundo
Eu escuto: os meus pequenotes
Eu imploro: às vezes, Paz e Sossego!
Eu procuro: ser optimista mesmo nos piores momentos
Eu arrependo-me: dos meus erros
Eu amo: amar e ser amada
Eu sinto dor: de cabeça...enxaquecas terríveis...
Eu sinto a falta: de um bebé...
Eu importo-me: com quase tudo...
Eu sempre: gostaria de dormir mais um bocadinho...
Eu não fico: um dia sem vir à NET
Eu acredito: nas crianças, no meu trabalho e num mundo melhor se todos quisermos...
Eu danço: todos os dias com os meus meninos!
Eu canto: sempre que oiço aquela canção....
Eu choro: muitas vezes...
Eu falho: e tento aprender sempre...
Eu luto: pelo que acredito
Eu escrevo: no Jardim da Alegria
Eu ganho: quando há Alegria no Jardim!Basta um sorriso,uma palavra amiga...
Eu perco: a cabeça na FNAC
Eu confundo-me: muitas vezes
Eu estou: um bocadinho cansada
Eu fico feliz: se vejo alguém feliz...acho que é contagiante!E isso é bom!
Eu tenho esperança: que nós, educadoras(es) de infância sejamos dignificadas (os) pela nossa profissão, que o nosso trabalho seja mais valorizado (pela real importância que tem) e que a ignorância de algumas pessoas que dizem "é preciso curso para cuidar de meninos?" se dissipe e dê lugar a uma boa dose de sabedoria.
Eu preciso: de toda a gente, de todos os lugares, de todo o amor, paz e ALEGRIA!
Eu sou: amiga, carinhosa, exigente, optimista (tento!), bem humorada, traquinas, alegre...
Eu não gosto: de telenovelas portuguesas e de passar a ferro...(snifffff)

Agora é a vossa vez....

quarta-feira, 9 de maio de 2007



Hoje foi dia de Tubofone!!!!



Foi Maravilhoso! Todos quisemos experimentar...o que mais gostámos de fazer foi passar a vareta em todas as notas de seguida!!
Cantámos a musica do Pastorzinho (Dó, Ré, Mi ,Fá...Fá, Fá,Dó ,Ré, Dó, Ré, Ré, Ré,Dó Sol Fá Mi, Mi, Mi , Dó, Ré, Mi, Fá, Fá, Fá..).

O "Chá" foi um sucesso! Fiquei muito feliz...para não falar dos meus pequenotes! Todas as mães compareceram e adoraram o bolinho de iogurte e os biscoitos de manteiga!
Antes de se irem embora, pedi-lhes que escrevessem no tal cartaz...quase todas as bolinhas ficaram preenchidas!
Destaco algumas...

Ser Mãe é:






segunda-feira, 7 de maio de 2007


“ Vocês dizem: é cansativo estar com crianças.

E não há dúvida que têm razão.

Depois acrescentam:

Porque temos de nos pôr ao nível delas,

porque temos de nos baixar, inclinar, curvar, tornar pequenos.

Mas aí vocês estão enganados.

O que mais cansa não é isso, o que mais cansa é sermos obrigados a elevarmo-nos até à altura dos seus sentimentos.

A esticarmo-nos, a alongarmo-nos, a ficar nos bicos dos pés. Para não as magoar.”

Janusz Korczak

sábado, 5 de maio de 2007

Navegando na Net encontrei esta linda caixinha para o chá...resolvi partilhar convosco!
É mesmo linda não é?


Caixa de Chá

Material:

  • Pincel nº 24 série 815 da Tigre.
  • Lixa para madeira nº 220.
  • Tinta PVA verde claro
  • Caneta esferográfica preta.
  • Régua
  • Cola branca
  • Dobradeira
  • Lápis de cor marrom
  • Verniz acrílico
  • Pincel nº 24 da série 141 da Tigre
  • Figuras para decorar
Modo de Fazer:
Obs Se preferir tire as dobradiças da caixa para pintá-la.
1 Passe uma demão de tinta látex branca por toda a extensão da caixa, com pincel nº 24 série 815 da Tigre.
2 Lixe a peça com lixa para madeira nº 220.
3 Passe duas demãos de tinta PVA verde claro. Deixe secar bem entre uma e outra.
4 Faça as divisórias da tampa a lápis e passe uma demão de tinta PVA da cor de sua preferência em cada uma delas. Procure usar uma cor suave, em tom pastel.
5 Continuação.
6 Cubra com as divisórias caneta esferográfica preta.
7 Forme ângulos diferentes como se fosse uma costura.
8 Passe cola branca, um pouco diluída no verso da figura que você irá colar.
9 Com a dobradeira, estique bem o papel para não formar bolhas e cole-a no local certo.
10 Com o lápis de cor marrom, faça a sombra, dando um realce na figura.
11 Passe o verniz acrílico sobre a peça, usando o pincel nº 24 da série 141 da Tigre. Deixe secar e passe novamente.
12 Peça pronta.

quinta-feira, 3 de maio de 2007



Hoje fizemos bolinho de iogurte...e amanhã iremos fazer biscoitos de manteiga...

Sabem porquê?


É que amanhã as nossas mamãs vêm lanchar conosco, comer bolinhos e beber um chá!

Pusémos este cartaz na parede...queremos saber o que elas pensam...



Depois contamos tudo...tudo...

Prometemos!

Beijocas com sabor a bolo...


As prendinhas para as mamãs...




Compramos estes baús de madeira e pintámos com a cor que mais gostamos...
Ficaram muito coloridos não acham?
Depois, o resto do trabalho de colagem foi com ajuda das nossas amigas grandes...

Materiais: Baús, tinta guache, verniz, cola, botões, apliques coloridos, tecidos de várias cores e padrões...


Os nossos saquinhos reciclados!


Material: pacotes de leite, jornal, tinta guache, cola, ráfia,carimbos...


O nosso postal!




Material:
cartolina preta, formas para bolos,tinta guache, cola

Registo: A minha Mãe


quarta-feira, 25 de abril de 2007




"As pessoas sem imaginação podem ter tido
as mais imprevistas aventuras,
podem ter visitado
as terras mais estranhas.
Nada lhes sobrou
Uma vida não basta ser vivida.
Também precisa ser sonhada."

(Mario Quintana)

Filho,
meu filho,
vem-te deitar.
Já sobre o mar
o sol se deitou.
Mãe,
e a lua
se levantou.
Se tenho mãos
é para mexer,
nunca mais quero
adormecer.
Filho,
meu filho,
vem-te deitar.
Já sobre o mar
o sol se deitou.
Mãe,
e a lua
se levantou.
Se tenho pés
é para correr,
nunca mais quero
adormecer.
Filho,
meu filho,
vem-te deitar.
Já sobre o mar
o sol se deitou.
Mãe,
e a lua
se levantou.
Se tenho olhos
é para ver,
nunca mais quero
adormecer.

Pôs-se a contar
estrelas no céu;
chegou a vinte, adormeceu.

Poemas da Mentira e da Verdade
Luísa Ducla Soares

sábado, 21 de abril de 2007



Brincar - Comunicando e Conversando
retirado daqui


O choro, gestos e sorrisos são, na verdade, as primeiras tentativas de comunicação do bebê com os pais. Desde o primeiro momento de vida ele usa essa linguagem para comunicar e pedir o que lhe falta. Essas tentativas os levam às primeiras frases completas por volta dos dois anos.
Dicas de brinquedos e brincadeiras: use brinquedos simples que permitam à criança mastigar. Telefones de brinquedo, pequenos bonecos, objetos que emitem sons, bolas, ursos de pelúcia e objetos que mostrem repetições de ritmo e sons são alguns dos brinquedos indicados pelos especialistas.
.
TAREFAS MAIS IMPORTANTES
COMO OS PAIS PODEM AJUDAR
0 a 3 meses
·Comunica necessidades através do choro· Ouve, sente e vê·Associa vozes de parentes ao conforto e segurança
·Responda ao choro da criança
·Emita sons e converse com o bebê, mostrando objetos
·Cante para o bebê
3 a 6 meses
·Experimenta novos sons·Mastiga, suga e morde o chocalho
·Imite sons para o bebê
·Peça para que ele imite o som que você emitiu
·Ofereça chocalhos
6 a 9 meses
Responde ao próprio nome·Emite sons e imita gestos dos adultos·Ouve seletivamente
·Chame o bebê pelo nome
·Converse e repita sons
·Cante rimas e declame poesias infantis

9 a 12
meses

·Copia sons·Reconhece e começa apontar objetos que deseja·Repete sons de animais e fala papai/mamãe
·Brinque com jogos gestuais
·Aponte e dê nomes a objetos e pessoas
·Identifique animais e papai/mamãe
12 a 18 meses
Segue direções e obedece ordens·Aponta objetos e pessoas da família·Fala palavras simples
·Converse com o bebê, usando frases curtas
·Jogue bola no sentido do bebê e peça que ele a devolva
·Peça para que ele chame as pessoas pelo nome