As coisas mais belas da vida não podem ser vistas ou tocadas. Elas precisam ser sentidas com o coração.
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
As coisas mais belas da vida não podem ser vistas ou tocadas. Elas precisam ser sentidas com o coração.
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Você tem medo do quê?
Medo de fantasmas, de bruxas, do escuro. São esses, entre outros medos e pavores, que surgem na imaginação das crianças e que fazem com que suas noites se tornem um pesadelo. Mas tais medos são normais na fase infantil, pois a criança possui uma imaginação muito forte que faz com que tudo que aprenda ou descubra torne-se real.
Os primeiros sinais de sustos e medos começam por volta dos 7 ou 8 meses, quando os bebês costumam estranhar ambientes e pessoas com as quais não estão acostumados. Já com 2 anos é comum a criança ter medo de ser abandonada pelos pais.
Mas é a partir dos 3 anos de idade, quando sua imaginação está a todo vapor, que aparecem os medos mais intensos e abstratos, como do escuro, de bruxas, fantasmas, monstros e bichos papões. Como resultado do pensamento mágico típico desta idade, todos os tipos de medos tornam-se reais e lógicos na mente da criança.
Freqüentemente os pais ficam confusos e não sabem como lidar com esta situação. Uma boa maneira de auxiliar a criança a vencer seu medo consiste em fazê-la participar da procura de métodos práticos de lidar com a experiência assustadora.
Às vezes, o simples fato de manter acesa uma luz fraca no quarto durante a noite é suficiente para assegurá-la de que não há monstros espreitando no escuro. Outra forma consiste em mostrar o objeto que traz medo à criança numa situação em que ela sinta-se segura. Este tipo de exposição a um modelo, ou seja, a demonstração de que outros não têm medo, pode ser um método efetivo.
A cumplicidade também é um método eficaz: os pais podem ajudar seus filhotes contando que também tinham medos quando eram pequenos. E até mesmo reconhecer que ainda hoje tem alguns medos.
O medo faz parte da vida da criança, embora ela ainda não tenha condições emocionais para enfrentá-lo. Por esta razão, todos os medos de seu filho, alguns absurdos, outros nem tanto, merecem o maior respeito. De nada adianta o adulto fingir que não notou. E nem insistir em dizer que não tem bicho nenhum atrás da cortina ou que fantasmas não existem.
Conversar com a criança sobre o assunto, levá-la a revelar - no meio de uma historinha, por exemplo - o que a deixa assustada, isto sim, pode ajudar bastante. O simples fato de poder compartilhar com alguém querido qualquer experiência vivida traz alívio aos pequeninos. Deixe a criança falar, dividir o peso de suas angústias. Afinal, até os bebês, algumas vezes, se sentem amedrontados, tensos ou angustiados.
Rafaela Rosas
retirado daqui
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Existem várias teorias relativas à origem de São Valentim e à forma como este mártir romano se tornou o patrono dos apaixonados. Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., havia recusado abdicar da fé cristã que professava. Outra defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Um sacerdote da época, de nome Valentim, teria violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo absoluto. Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado e condenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles: São Valentim fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.
Quanto à data, algumas pessoas acreditam que se comemora neste dia por ter sido a data da morte de São Valentim. No entanto, outros reivindicam que a Igreja Católica pode ter decidido celebrar a ocasião nesta data como uma forma de cristianizar as celebrações pagãs da Lupercalia. Isto porque, na Antiga Roma, Fevereiro era o mês oficial do início da Primavera e era considerado um tempo de purificação. O dia 14 de Fevereiro era o dia dedicado à Deusa Juno que, para além de rainha de todos os Deuses, era também, para os romanos, a Deusa das mulheres e do casamento. No dia seguinte, 15 de Fevereiro, iniciava-se assim a Lupercalia que celebrava o amor e a juventude. No decorrer desta festa, sorteavam-se os nomes dos apaixonados que teriam de ficar juntos enquanto durasse o festival. Muitas vezes, estes casais apaixonavam-se e casavam. No entanto, e como aconteceu com muitas outras festas pagãs, também a Lupercalia foi um 'alvo a abater' pelo cristianismo primitivo. Numa tentativa de fazer uma transição entre paganismo e cristianismo, os primeiros cristãos substituíram os nomes dos enamorados dos jogos da Lupercalia por nomes de santos e mártires. Assim, conciliavam as festividades com a religião que professavam, aumentando a aceitabilidade por parte dos Romanos. São Valentim não foi excepção e, como tinha sido morto a 14 de Fevereiro, nada melhor para fazer uma adaptação da Lupercalia ao cristianismo, tornando-o como o patrono dos enamorados.
Tradições do Dia de São Valentim
Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no actual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si prendas como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração».
Já na Idade Média, em França e na actual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada.
Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas.
A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer facto que comprove esta lenda.
Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, terá sido o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, terá enviado, por altura do São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França.
Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine».

Dia de S.Valentim

Contar Histórias– Uma Linguagem de Afeto
Laerte Vargas
A partir das cantigas de ninar, a criança vai criando ferramentas para se tornar leitor e identificar a espinha dorsal de uma narrativa.
No entanto, é errada a idéia que comumente se tem de que contar histórias é privilégio dos pequenos. O ofício de contador tem me mostrado que contar e ouvir histórias é uma arte sem idade, o que confirma a máxima popular que diz que “de uma boa história ninguém escapa”.
Mas, afinal, o que conta o conto?
As histórias populares mostram sempre, num primeiro plano, um personagem sendo compelido a um processo de transformação: ele é expulso de casa ou tem que fugir; enfim, sair do âmbito familiar para cumprir uma tarefa essencial para sua sobrevivência ou de um ente querido. Muitos contos iniciam mostrando a morte da mãe “perfeita demais” para que possa dar lugar a um indivíduo único e inimitável. A partir disso, ele se confrontará com impasses morais, terá que discernir o bem do mal, atravessar florestas escuras ( seus medos ) para fazer jus ao “ser feliz”.
Na verdade, são questões que não fazem parte unicamente do repertório infantil e, sim, norteadores para uma vida com mais qualidade e expressão.
As histórias nos acordam dos nossos encantamentos, abrem espaço para outros e se tornam fiéis parceiras em nossos processos de transformação.
“Mas, já temos tudo pronto... A televisão não é o mais prático contador de histórias?”, perguntarão alguns. Sem dúvida, a televisão hoje em dia é uma janela para o mundo. Mas, quanta poluição entra quando resolvemos abrir a janela de nossa casa?
Simplesmente apertamos um botão, selecionamos um canal e não nos preocupamos (e nem temos tempo) para filtrar o que é servido às nossas crianças... E quanto da capacidade imaginativa cerceamos quando damos as imagens já prontas e num ritmo industrial que nunca conseguirá suprir a afetividade que o contar histórias proporciona! Cada ouvinte imaginará a história do seu jeito, ele mesmo será o pintor desta tela e elegerá as cores que usará.
E, o melhor de tudo, terá os olhos do contador como porto seguro para sua viagem.
Tudo isso faz do contar histórias uma linguagem única e que pode ser desenvolvida por qualquer um que tenha no coração um ninho aconchegante para recebê-las e compartilhá-las.
Laerte Vargas é contador de histórias, pesquisador, fundador do Confabulando - Contadores de Histórias, Dinamizador de Oficinas de contadores de histórias
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Não corra atrás das borboletas;
plante uma flor em seu jardim
e todas as borboletas virão até ela.
(D. Elhers)
- É responder a diversas solicitações tendo sempre presente a necessidade de desenvolver atitudes pedagógicas adequadas, diversificadas face à diferença e individualidade do ser humano;
- É promover o conhecimento e a reflexão sobre a Educação e o Sistema Educativo do qual fazemos parte, tendo como parceiros os elementos de uma comunidade educativa alargada;
- É escutar as ansiedades, os receios, e as preocupações legítimas dos pais;
- É procurar dar respostas sociais às necessidades das crianças respeitando e responsabilizando o domínio e a esfera de actuação da família;
- É facilitar e promover de forma adequada o acesso à escolarização, o direito à informação, o exercício da autonomia, cidadania e a verdadeira igualdade de oportunidades;
- É promover um espaço de partilha entre agentes educativos no qual se valorizem saberes e experiências;
- É respeitar a individualidade de cada criança nos seus sentimentos, assegurando-lhes que são compreendidas e respeitadas, assumindo o profissional de educação o papel de agente facilitador, o que exige por sua vez, uma reflexão sobre o tipo de resposta que se dá às crianças em função da sua personalidade, do seu passado educativo e dos projectos pedagógicos;
- É um desafio permanente ao desenvolvimento pessoal e profissional de cada um de nós;
- É exercer uma acção educativa/pedagógica que se alimenta também de palavras, atitudes e acções de encorajamento em que a troca de experiências potencia o processo de autoformação;

PALAVRAS -CHAVE PARA A
EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA DE QUALIDADE:
-Reflexão e partilha para as competências profissionais;
2004, Cadernos de Educação de Infância, nº70
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
As crianças não sabem
avaliar o perigo.
Saiba como protegê-las
dos perigos
presentes em todas as casas
Recomendações
pelo que qualquer objecto que encontram em casa pode transformar-se
num brinquedo muito interessante.
Botões, tampas e rolhas de garrafas, moedas, pregos pequenos,
parafusos e até brinquedos com peças demasiado pequenas são uma
atracçãoirresistível para crianças até aos três anos, que gostam de levar
tudo à boca.Mas consistem um grande perigo, pois as crianças podem
engasgar-se e até sufocar.
de acidentes domésticos com crianças?
Seguem-se os cortes, as queimaduras e as intoxicações.
Atitudes que podem salvar
deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos actos
envolvem,para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo
e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são
pequenas e a explicação requer muita paciência.
lhe são permitidas a si e a ela não, apontando razões de idade, capacidade,
responsabilidade, segurança, etc.
Cuidados com medicamentos
*Todos os medicamentos devem ser guardados fora do alcance das crianças,
em lugares altos e, de preferência, em armários ou caixas bem fechadas;
*
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não os tome à frente delas, pois estas tendem a imitá-lo;
*
estão deterioradas. Junte-os e entregue-os na farmácia mais próxima.
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deve ser liso (escorregadio);
*
ou a começar a andar, coloque protecções e barreiras (portões) em todos
os acessos da casa às escadas;
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depois de passar. Um portão mal fechado é como se não existisse.
* Coloque grades ou redes de protecção em todas as janelas e varandas.
São as únicas formas de evitar acidentes graves em apartamentos.
Uma porta ou uma janela aberta representam um grande perigo.
Há muitas quedas de crianças em consequência de janelas e portas abertas.
*
mesmo que esta seja própria para ela;
*
Muitos afogamentos de crianças até aos 4 anos ocorrem porque os adultos se
ausentam por “um minuto”, para atender o telefone, ir buscar o lanche, etc.
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*
mesmo quando elas estão a brincar ao pé da piscina. Se escorregarem e
caírem para dentro da água estarão mais protegidas;
*
de forma a impedir que a criança tenha acesso à água.
Cuidados na cozinha
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crianças tentem pegar-lhes;
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brincadeiras podem provocar incêndios;
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mantidos fora do alcance das crianças;
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do fabricante;
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o gás. Se o seu fogão tiver acendedor eléctrico, acenda primeiro o gás, no mínimo,
e só então accione o acendedor;
*
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Evite usar roupa de tecidos sintéticos e aventais de plástico quando está a cozinhar;
*
coloque, no seu interior, louças com decoração prateada ou dourados (causam faíscas).
Cuidados com produtos de limpeza e outros produtos tóxicos
*
guarde estes produtos em locais inacessíveis a crianças e a animais;
*
armários e gavetas da cozinha ou de outros locais.
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inalação pode ter consequências graves ou até fatais.
*
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para evitar choques eléctricos;
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crianças que estão na fase de gatinhar ou até um pouco mais crescidas,
parecendo os locais ideais para tentarem enfiar os dedos e os
mais variados objectos.
nunca devem ser dados às crianças para elas brincarem.
Mantenha esses objectos em locais fechados e a que a criança não tenha acesso.
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Além da alta temperatura, é perigoso pelo seu peso e pela ligação à electricidade;
*
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do alcance das crianças;
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e inacessível às crianças.
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envenenamento e de outros centros de ajuda em local bem visível (por exemplo,
ao pé do telefone);
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oferecidos por adultos que não conhecem;
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de elevador.
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ou móvel onde muda as fraldas e a roupa;
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à mão;
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altura em que vai vestir a criança.
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Normalmente as grades são adaptáveis em altura, para facilitar o colocar e
tirar a criança da cama;
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a criança na cama;
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gatinhar ou ficar de pé; está na altura de adequar a grade, se for o caso, às suas
novas capacidades;
*
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Cuidados com o banho
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Mesmo com água rasa é perigoso. Uns segundos bastam para que se afogue;
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para evitar queimar a criança se a água estiver demasiado quente;
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ser engolidos e suficientemente resistentes para não lascarem ou partirem;
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de que são feitos, evitando, por exemplo, o risco de alergias;
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*
também são apropriados.
podem asfixiar ou estrangular;
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(café, chá, etc.) fora do alcance dele;
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o bebé.
Data de publicação 30.10.2005
Pequenos e terríveis
Um significativo número de crianças sofre da Síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade, o que em termos mais simples significa que não se conseguem concentrar nem estar sossegadas um só minuto que seja e que põem os «nervos em franja» a pais e professores. A situação torna-se preocupante quando estas crianças começam a frequentar a escola e o seu comportamento pode comprometer o desempenho escolar. Existem pais e professores que andam completamente desesperados com o comportamento dos filhos e dos alunos.
Vencidos pelo cansaço e sem saber como controlar os impulsos dos seus filhos, os pais recorrem à ajuda do pediatra, que lhes explica que as crianças sofrem da Síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade (SDAH), uma perturbação neurocomportamental frequente na infância.
Basta referir que até 20% das crianças em idade escolar podem ser afectadas por esta patologia, que tem especial incidência nos rapazes. A causa ainda não é conhecida, mas há a hipótese de haver uma base genética que determine a ocorrência da doença, como referem os especialistas do Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Pediátrico de Coimbra (CDC/HPC) no documento «A criança doente hiperactiva».
Existe uma grande dificuldade em conseguir distinguir entre o comportamento normal de uma criança e o daquela que tem SDAH, pois o diagnóstico é feito apenas com base em critérios comportamentais, porque não existe qualquer exame físico ou laboratorial que possa confirmar a doença. Sabe-se, no entanto, que é fundamental que os sintomas persistam por mais de seis meses e se tenham iniciado antes dos sete anos para se concluir a presença do SDAH.
Desatentos, hiperactivos e impulsivos
A falta de atenção, a hiperactividade e a impulsividade são três comportamentos característicos de quem sofre de SDAH. Estas crianças têm dificuldade em manter a atenção por períodos muito prolongados, parecem andar com a «cabeça nas nuvens», distraem-se com facilidade e evitam as tarefas que necessitem de grande concentração.
A hiperactividade surge muitas vezes aliada a um comportamento impulsivo, o que leva a atitudes descontroladas: as crianças respondem a perguntas que não foram concluídas, não conseguem aguardar pela sua vez, interrompem os colegas e têm dificuldade em permanecer sentados.
Os educadores de infância e os professores deparam-se com grandes dificuldades quando têm uma criança hiperactiva na sua sala de aula. Além de distrair os colegas, o aluno hiperactivo está permanentemente desatento, o que dificulta a sua aprendizagem.
«Não há qualquer razão para que todas as crianças tenham que ter as mesmas tarefas ou a mesma abordagem pedagógica, desde que tenha lugar o ensino dos mesmos conceitos e ou princípios», alerta o Dr. José Eduardo Boavida, pediatra do Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Pediátrico de Coimbra, que deixa algumas dicas que podem facilitar a vida a alunos e professores durante as aulas.
Sentar o aluno próximo do professor e inseri-lo numa turma reduzida pode ser uma das primeiras medidas a tomar, depois há que ter em conta que estas crianças sofrem de um défice de atenção, por isso devem ter um apoio individualizado, e as actividades devem ser feitas de acordo com a própria capacidade de concentração do aluno.
Estimular para tratar
Quando os pais ou os professores perdem por completo a paciência, a tendência pode ser a de castigar os pequenos terríveis, o que não soluciona, e pode mesmo agravar, a situação.
«Antes de mais, é fundamental que todos vejam esta síndroma como um problema comportamental e de saúde da criança e não como um problema disciplinar», referem os especialistas do CDC/HPC.
Os pais e docentes devem assumir «uma atitude positiva, tentando valorizar e reforçar comportamentos adequados, evitando a crítica frequente e situações que levem previsivelmente ao insucesso», explicam os médicos do CDC/HP, o que às vezes não é fácil.
Os medicamentos podem ajudar estes pequenos doentes a ter uma vida menos agitada. Ao contrário do que se possa pensar, não é com calmantes que se modifica o comportamento destas crianças, mas com estimulantes, psicoestimulantes.
Estes fármacos são eficazes na melhoria da atenção, o que tem consequências positivas ao nível do desempenho escolar e trazem benefícios na redução da hiperactividade e impulsividade.
Estes psicoestimulantes só estão disponíveis em meio hospitalar, logo o seu acesso está condicionado através do seguimento da criança em consulta especializada. Apesar da ajuda que dão a quem convive com estas crianças, estes medicamentos devem ser utilizados de forma descontínua e as férias, os fins de semana e os feriados são as alturas ideais para «descansar» desta terapêutica. Para os pais e professores estas substâncias fazem verdadeiros milagres na alteração dos comportamentos das crianças. José Eduardo Boavida refere casos em que os pais desesperam quando o medicamento esgota nos hospitais portugueses. Há situações em que vão mesmo até Espanha para conseguirem comprar o fármaco.
Hiperactivas ou apenas indisciplinadas?
Uma das dificuldades com que os pais e educadores se deparam frequentemente é como saber se toda aquela actividade excessiva é normal nas crianças ou se já está a passar dos limites. Para determinar se uma criança sofre de SDAH existem critérios. Mas, atenção, devem coexistir pelo menos seis em cada nove destes sinais para que se diagnostique a doença.
Sintomas de inatenção:
1. Não dá atenção aos detalhes ou comete erros por descuido.
2. Dificuldade em manter a atenção durante tarefas ou jogos.
3. Parece não escutar.
4. Não segue as instruções e não termina as tarefas.
5. Dificuldade em organizar tarefas e actividades.
6. Evita ou não gosta de iniciar tarefas que requeiram atenção.
7. Perde facilmente o material.
8. Distrai-se facilmente com estímulos externos.
9. Esquece-se com facilidade das tarefas diárias.
Sintomas de hiperactividade e impulsividade:
1. Mexe permanentemente os pés.
2. Não se mantém sentado quando deve.
3. Corre e trepa de forma excessiva em situações inapropriadas.
4. Dificuldade em se envolver em actividades de forma calma.
5. Parece ligado à electricidade e está sempre pronto a mudar.
6. Fala excessivamente.
7. Responde antes da pergunta ser completada.
8. Dificuldade em esperar pela sua vez.
9. Interrompe e intromete-se com os outros.
texto de Sandra Guerreiro A responsabilidade editorial e científica desta informação é da
Jasfarma Comunicação.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
sábado, 20 de janeiro de 2007
São super, super quentinhas e fofinhas...Mas, ainda não têm nome...Decidi que irão ser vocês a terem a honra de baptizá-las, he!he! Espero (ansiosa) pelas vossas sugestões!
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Tenho a Mania de...
1- Comprar muitos livros
2- Coleccionar as receitas do Modelo
3- Andar sempre a mudar de shampô e gel de banho
4- Guardar sacos e saquinhos....
5- Nunca sair de casa sem me ver ao espelho e pôr perfume
Lanço o desafio a:
- A Nitinha: http://mundoencantadodanitinha.blogspot.com/
- Tarina: http://mia-gato-miau.blogspot.com/
- Sara: http://sitiodasara.blogspot.com/
domingo, 14 de janeiro de 2007
estamos a frequentar a Oficina do Movimento da Escola Moderna.
Esta Oficina, para além de contribuir
das suas práticas, ideias e dificuldades,
tem ajudado a informar e a esclarecer,
através das suas estruturas de autoformação cooperada,
o que é o MEM,qual a sua pedagogia,
valores que defende, como está organizado, etc...
Aqui ficam algumas imagens (só um cheirinho) do que pudemos ver nesse dia!
Fig. 1. Sistema de organização cooperada
O processo de cooperação educativa tem-se revelado como a melhor estrutura social para aquisição de competências. Na aprendizagem cooperativa o sucesso de um aluno contribui para o sucesso do conjunto dos membros do grupo. A cooperação educativa, o trabalho a pares ou em pequenos grupos para atingirem o mesmo fim contraria a tradição individualista e competitiva da escola. Pressupõe que cada um dos membros do grupo só pode atingir o seu objectivo se cada um dos outros o tiver atingido também.
Estabelecem-se circuitos múltiplos de comunicação que estimulam o desenvolvimento de formas variadas de representação e de construção interactiva de conhecimento.
Esta matriz comunicativa é radicada por circuitos de comunicação das aprendizagens e de fruição dos produtos culturais, para que todos possam aceder à informação de que cada um dispõe e aos seus produtos de estudo e de criatividade artística e intelectual.
As trocas sistemáticas concretizam a dimensão social das aprendizagens e o sentido solidário da construção cultural dos saberes e das competências instrumentais que os expressam (a escrita, o desenho, o cálculo).
Participação democrática directa
As atitudes, os valores e as competências sociais e éticas que a democracia integra constroem-se, enquanto alunos e professores, em cooperação, vão experienciando e desenvolvendo a própria democracia na escola. Esta relação democrática pressupõe a gestão cooperada do currículo escolar – o que compreende o planeamento e a avaliação como operações formativas de todo o processo de aprendizagem. A circulação e a utilização da informação e da cultura têm de ser democráticas, dando sentido social a todo o saber.
A democracia é a estrutura de organização que se firma no respeito mutuamente cultivado, a partir da afirmação das diferenças individuais reconhecendo o outro como semelhante. Esta postura de diálogo é o instrumento fundamental de construção de projectos comuns e diferenciados.
Trata-se de gerir colegialmente, em conselho de cooperação educativa, tudo o que à turma diz respeito. O cimento da organização formadora é a ética – o esforço obstinado de tornar congruente a utilização dos meios e dos modelos organizativos da educação com os seus fins democráticos.
retirado daqui
sábado, 6 de janeiro de 2007
O Nosso Primeiro Bolo!
Decidimos fazer um Bolo de Laranja, mas com muitas passas e nozes!
Parecido com o Bolo Rainha!
Pusémos os aventais, lavámos bem as mãozinhas e mãos na massa!
E não é que nos fartámos de trabalhar?
Pois é...isso de sermos muito pequeninos é conversa...
E é a fazer, a participar, a sujar, a cheirar e a provar,
que nós crescemos mais e mais e mais...não acham?

terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Bolo Rei
Ingredientes: 
- 750 g de farinha
- 30 g de fermento de padeiro
- 150 g de margarina
- 150 g de açúcar
- 150 g de frutas cristalizadas
- 150 g de frutos secas
- 4 ovos
- raspa de 1 limão
- raspa de 1 laranja
- 1 decilitro de vinho do Porto
- 1 colher de sobremesa de sal
- 1 brinde
- 1 fava
Confecção:
Pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em ambiente temperado durante 15m. Entretanto bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até ficar elástica e macia e misture as frutas. Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente temperado durante 5 horas. Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza o brinde (embrulhado em papel vegetal) e a fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Nota: O próximo a fazer o bolo-rei (ou a comprar), é o que tiver a fava na fatia.
receita retirada daqui
Bom Apetite!





























