Dia de S.Valentim

Um blog para partilhar, comentar,informar...sempre com muita alegria! Bem-vindos ao Mundo Encantado das Crianças!


As crianças não sabem
avaliar o perigo.
Saiba como protegê-las
dos perigos
presentes em todas as casas
Recomendações
pelo que qualquer objecto que encontram em casa pode transformar-se
num brinquedo muito interessante.
Botões, tampas e rolhas de garrafas, moedas, pregos pequenos,
parafusos e até brinquedos com peças demasiado pequenas são uma
atracçãoirresistível para crianças até aos três anos, que gostam de levar
tudo à boca.Mas consistem um grande perigo, pois as crianças podem
engasgar-se e até sufocar.
de acidentes domésticos com crianças?
Seguem-se os cortes, as queimaduras e as intoxicações.
Atitudes que podem salvar
deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos actos
envolvem,para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo
e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são
pequenas e a explicação requer muita paciência.
lhe são permitidas a si e a ela não, apontando razões de idade, capacidade,
responsabilidade, segurança, etc.
Cuidados com medicamentos
*Todos os medicamentos devem ser guardados fora do alcance das crianças,
em lugares altos e, de preferência, em armários ou caixas bem fechadas;
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não os tome à frente delas, pois estas tendem a imitá-lo;
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estão deterioradas. Junte-os e entregue-os na farmácia mais próxima.
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deve ser liso (escorregadio);
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ou a começar a andar, coloque protecções e barreiras (portões) em todos
os acessos da casa às escadas;
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depois de passar. Um portão mal fechado é como se não existisse.
* Coloque grades ou redes de protecção em todas as janelas e varandas.
São as únicas formas de evitar acidentes graves em apartamentos.
Uma porta ou uma janela aberta representam um grande perigo.
Há muitas quedas de crianças em consequência de janelas e portas abertas.
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mesmo que esta seja própria para ela;
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Muitos afogamentos de crianças até aos 4 anos ocorrem porque os adultos se
ausentam por “um minuto”, para atender o telefone, ir buscar o lanche, etc.
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mesmo quando elas estão a brincar ao pé da piscina. Se escorregarem e
caírem para dentro da água estarão mais protegidas;
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de forma a impedir que a criança tenha acesso à água.
Cuidados na cozinha
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crianças tentem pegar-lhes;
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brincadeiras podem provocar incêndios;
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mantidos fora do alcance das crianças;
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do fabricante;
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o gás. Se o seu fogão tiver acendedor eléctrico, acenda primeiro o gás, no mínimo,
e só então accione o acendedor;
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Evite usar roupa de tecidos sintéticos e aventais de plástico quando está a cozinhar;
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coloque, no seu interior, louças com decoração prateada ou dourados (causam faíscas).
Cuidados com produtos de limpeza e outros produtos tóxicos
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guarde estes produtos em locais inacessíveis a crianças e a animais;
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armários e gavetas da cozinha ou de outros locais.
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inalação pode ter consequências graves ou até fatais.
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para evitar choques eléctricos;
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crianças que estão na fase de gatinhar ou até um pouco mais crescidas,
parecendo os locais ideais para tentarem enfiar os dedos e os
mais variados objectos.
nunca devem ser dados às crianças para elas brincarem.
Mantenha esses objectos em locais fechados e a que a criança não tenha acesso.
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Além da alta temperatura, é perigoso pelo seu peso e pela ligação à electricidade;
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do alcance das crianças;
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e inacessível às crianças.
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envenenamento e de outros centros de ajuda em local bem visível (por exemplo,
ao pé do telefone);
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oferecidos por adultos que não conhecem;
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de elevador.
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ou móvel onde muda as fraldas e a roupa;
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à mão;
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altura em que vai vestir a criança.
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Normalmente as grades são adaptáveis em altura, para facilitar o colocar e
tirar a criança da cama;
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a criança na cama;
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gatinhar ou ficar de pé; está na altura de adequar a grade, se for o caso, às suas
novas capacidades;
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Cuidados com o banho
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Mesmo com água rasa é perigoso. Uns segundos bastam para que se afogue;
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para evitar queimar a criança se a água estiver demasiado quente;
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ser engolidos e suficientemente resistentes para não lascarem ou partirem;
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de que são feitos, evitando, por exemplo, o risco de alergias;
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também são apropriados.
podem asfixiar ou estrangular;
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(café, chá, etc.) fora do alcance dele;
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o bebé.
Data de publicação 30.10.2005
Fig. 1. Sistema de organização cooperada
O processo de cooperação educativa tem-se revelado como a melhor estrutura social para aquisição de competências. Na aprendizagem cooperativa o sucesso de um aluno contribui para o sucesso do conjunto dos membros do grupo. A cooperação educativa, o trabalho a pares ou em pequenos grupos para atingirem o mesmo fim contraria a tradição individualista e competitiva da escola. Pressupõe que cada um dos membros do grupo só pode atingir o seu objectivo se cada um dos outros o tiver atingido também.
Estabelecem-se circuitos múltiplos de comunicação que estimulam o desenvolvimento de formas variadas de representação e de construção interactiva de conhecimento.
Esta matriz comunicativa é radicada por circuitos de comunicação das aprendizagens e de fruição dos produtos culturais, para que todos possam aceder à informação de que cada um dispõe e aos seus produtos de estudo e de criatividade artística e intelectual.
As trocas sistemáticas concretizam a dimensão social das aprendizagens e o sentido solidário da construção cultural dos saberes e das competências instrumentais que os expressam (a escrita, o desenho, o cálculo).
Participação democrática directa
As atitudes, os valores e as competências sociais e éticas que a democracia integra constroem-se, enquanto alunos e professores, em cooperação, vão experienciando e desenvolvendo a própria democracia na escola. Esta relação democrática pressupõe a gestão cooperada do currículo escolar – o que compreende o planeamento e a avaliação como operações formativas de todo o processo de aprendizagem. A circulação e a utilização da informação e da cultura têm de ser democráticas, dando sentido social a todo o saber.
A democracia é a estrutura de organização que se firma no respeito mutuamente cultivado, a partir da afirmação das diferenças individuais reconhecendo o outro como semelhante. Esta postura de diálogo é o instrumento fundamental de construção de projectos comuns e diferenciados.
Trata-se de gerir colegialmente, em conselho de cooperação educativa, tudo o que à turma diz respeito. O cimento da organização formadora é a ética – o esforço obstinado de tornar congruente a utilização dos meios e dos modelos organizativos da educação com os seus fins democráticos.
retirado daqui

Bolo Rei
Ingredientes: 
Confecção:
Pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em ambiente temperado durante 15m. Entretanto bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até ficar elástica e macia e misture as frutas. Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente temperado durante 5 horas. Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza o brinde (embrulhado em papel vegetal) e a fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Nota: O próximo a fazer o bolo-rei (ou a comprar), é o que tiver a fava na fatia.
receita retirada daqui
Bom Apetite!
Na vida cada curva é uma incerteza.
No mar cada onda é um perigo.
No jardim cada flor é uma beleza.
No mundo cada amigo é um tesouro.
Beijinhos e Feliz 2007!
1- Recusa o perfeccionismo, mas sabe que pode sempre melhorar.
2 - Sabe que a forma como olha, interpreta e sente a realidade determina em muito essa mesma realidade. Vê o melhor e espera o melhor.
3 - É aquele que, em Portugal, vai contra a cultura do desânimo, do desalento e da crítica.
4 - Acredita que ‘o destino não está marcado'. Pode - e deve - transformar sonhos em realidades.
5 - Nunca se esquece que tem nas mãos uma parte central do seu próprio futuro e do futuro dos seus educandos.
6 - Sabe que um insucesso ou um erro não é um pecado, mas uma óptima experiência de aprendizagem. Anota, aprende e segue em frente.
7 - Está atento à construção da imagem positiva dos seus educandos, valorizando-os, aceitando as suas insuficiências e perdoando-os nas suas imperfeições.
8 - Sabe que os outros têm sempre razões para se comportarem como se comportam, e que mesmo nas pessoas mais difíceis é possível ver talentos.
9 - Gosta de si, aprecia-se e transmite entusiasmo aos outros.
10 - Sabe lidar de forma controlada com as emoções mais negativas que os seus educandos lhes provocam. Ouve mais do que fala, respeita mais do que impõe.

Como desenvolver a auto-estima, nas crianças
1 - Mesmo que tenha pouco tempo, quando estiver a ouvir, escute mesmo.
2 - Deixe-os expressar sentimentos, mesmo negativos. Evite o discurso: "Não se chora", "Isso não é nada", "Tem coragem".
3 - Quando apropriado, deixe que eles tomem as próprias decisões.
4 - Trate-os com cortesia. Respeite os seus espaços e possessões, diga‑lhes se faz favor e obrigado.
5 - Dê-lhes bastante encorajamento e afecto, mas na justa medida. Falsos louvores só levam a uma falsa percepção das capacidades. Valorize mais o esforço que fazem do que o rendimento que obtêm.
6 - Use a empatia. Quanto melhor entender as crianças e jovens, menos paciência precisará para lidar com eles, pois estará a perceber o seu ponto de vista. Ajude-o a desenvolver a empatia levando-o a partilhar sentimentos, bons e maus. Vá-lhe perguntando como se sente e se ele entende como os outros se sentem.
7 - Evite expressões como: "Tu deves, porque eu quero, não há discussão, vai imediatamente, cala-te." Ninguém gosta de ser mandado, tenha a idade que tiver.
8 - Partilhe com ele aquilo que você gosta, valoriza e ama. Dê-se mais.
9 - Seja entusiasta; positivo e alegre. Ensine-as que é bom exprimir os nossos sentimentos, que não faz mal estar nervoso ou zangado. 0 que se faz com essas emoções é que convém controlar, para não provocar sofrimento nos outros.
10 - Quando as crianças chegam a casa, e lhes perguntamos como correu o dia, tendem a responder com algum episódio negativo. Experimente perguntar-lhe: "Fala-me das coisas mais giras do teu dia."
Catarina Fonseca - JANEIRO 1 2000 • ACTIVA Nº 110 pp 106-109
Fonte: Helena Marujo, Luis Miguel Neto e Mª Fátima Perloiro - "Educar para o Optimismo" - Ed. Presença