Um blog para partilhar, comentar,informar...sempre com muita alegria! Bem-vindos ao Mundo Encantado das Crianças!
domingo, 4 de fevereiro de 2007
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Não corra atrás das borboletas;
plante uma flor em seu jardim
e todas as borboletas virão até ela.
(D. Elhers)
- É responder a diversas solicitações tendo sempre presente a necessidade de desenvolver atitudes pedagógicas adequadas, diversificadas face à diferença e individualidade do ser humano;
- É promover o conhecimento e a reflexão sobre a Educação e o Sistema Educativo do qual fazemos parte, tendo como parceiros os elementos de uma comunidade educativa alargada;
- É escutar as ansiedades, os receios, e as preocupações legítimas dos pais;
- É procurar dar respostas sociais às necessidades das crianças respeitando e responsabilizando o domínio e a esfera de actuação da família;
- É facilitar e promover de forma adequada o acesso à escolarização, o direito à informação, o exercício da autonomia, cidadania e a verdadeira igualdade de oportunidades;
- É promover um espaço de partilha entre agentes educativos no qual se valorizem saberes e experiências;
- É respeitar a individualidade de cada criança nos seus sentimentos, assegurando-lhes que são compreendidas e respeitadas, assumindo o profissional de educação o papel de agente facilitador, o que exige por sua vez, uma reflexão sobre o tipo de resposta que se dá às crianças em função da sua personalidade, do seu passado educativo e dos projectos pedagógicos;
- É um desafio permanente ao desenvolvimento pessoal e profissional de cada um de nós;
- É exercer uma acção educativa/pedagógica que se alimenta também de palavras, atitudes e acções de encorajamento em que a troca de experiências potencia o processo de autoformação;

PALAVRAS -CHAVE PARA A
EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA DE QUALIDADE:
-Reflexão e partilha para as competências profissionais;
2004, Cadernos de Educação de Infância, nº70
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
As crianças não sabem
avaliar o perigo.
Saiba como protegê-las
dos perigos
presentes em todas as casas
Recomendações
pelo que qualquer objecto que encontram em casa pode transformar-se
num brinquedo muito interessante.
Botões, tampas e rolhas de garrafas, moedas, pregos pequenos,
parafusos e até brinquedos com peças demasiado pequenas são uma
atracçãoirresistível para crianças até aos três anos, que gostam de levar
tudo à boca.Mas consistem um grande perigo, pois as crianças podem
engasgar-se e até sufocar.
de acidentes domésticos com crianças?
Seguem-se os cortes, as queimaduras e as intoxicações.
Atitudes que podem salvar
deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos actos
envolvem,para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo
e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são
pequenas e a explicação requer muita paciência.
lhe são permitidas a si e a ela não, apontando razões de idade, capacidade,
responsabilidade, segurança, etc.
Cuidados com medicamentos
*Todos os medicamentos devem ser guardados fora do alcance das crianças,
em lugares altos e, de preferência, em armários ou caixas bem fechadas;
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não os tome à frente delas, pois estas tendem a imitá-lo;
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estão deterioradas. Junte-os e entregue-os na farmácia mais próxima.
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deve ser liso (escorregadio);
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ou a começar a andar, coloque protecções e barreiras (portões) em todos
os acessos da casa às escadas;
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depois de passar. Um portão mal fechado é como se não existisse.
* Coloque grades ou redes de protecção em todas as janelas e varandas.
São as únicas formas de evitar acidentes graves em apartamentos.
Uma porta ou uma janela aberta representam um grande perigo.
Há muitas quedas de crianças em consequência de janelas e portas abertas.
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mesmo que esta seja própria para ela;
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Muitos afogamentos de crianças até aos 4 anos ocorrem porque os adultos se
ausentam por “um minuto”, para atender o telefone, ir buscar o lanche, etc.
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mesmo quando elas estão a brincar ao pé da piscina. Se escorregarem e
caírem para dentro da água estarão mais protegidas;
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de forma a impedir que a criança tenha acesso à água.
Cuidados na cozinha
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crianças tentem pegar-lhes;
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brincadeiras podem provocar incêndios;
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mantidos fora do alcance das crianças;
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do fabricante;
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o gás. Se o seu fogão tiver acendedor eléctrico, acenda primeiro o gás, no mínimo,
e só então accione o acendedor;
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Evite usar roupa de tecidos sintéticos e aventais de plástico quando está a cozinhar;
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coloque, no seu interior, louças com decoração prateada ou dourados (causam faíscas).
Cuidados com produtos de limpeza e outros produtos tóxicos
*
guarde estes produtos em locais inacessíveis a crianças e a animais;
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armários e gavetas da cozinha ou de outros locais.
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inalação pode ter consequências graves ou até fatais.
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para evitar choques eléctricos;
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crianças que estão na fase de gatinhar ou até um pouco mais crescidas,
parecendo os locais ideais para tentarem enfiar os dedos e os
mais variados objectos.
nunca devem ser dados às crianças para elas brincarem.
Mantenha esses objectos em locais fechados e a que a criança não tenha acesso.
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Além da alta temperatura, é perigoso pelo seu peso e pela ligação à electricidade;
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do alcance das crianças;
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e inacessível às crianças.
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envenenamento e de outros centros de ajuda em local bem visível (por exemplo,
ao pé do telefone);
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oferecidos por adultos que não conhecem;
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de elevador.
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ou móvel onde muda as fraldas e a roupa;
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à mão;
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altura em que vai vestir a criança.
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Normalmente as grades são adaptáveis em altura, para facilitar o colocar e
tirar a criança da cama;
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a criança na cama;
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gatinhar ou ficar de pé; está na altura de adequar a grade, se for o caso, às suas
novas capacidades;
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Cuidados com o banho
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Mesmo com água rasa é perigoso. Uns segundos bastam para que se afogue;
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para evitar queimar a criança se a água estiver demasiado quente;
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ser engolidos e suficientemente resistentes para não lascarem ou partirem;
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de que são feitos, evitando, por exemplo, o risco de alergias;
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também são apropriados.
podem asfixiar ou estrangular;
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(café, chá, etc.) fora do alcance dele;
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o bebé.
Data de publicação 30.10.2005
Pequenos e terríveis
Um significativo número de crianças sofre da Síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade, o que em termos mais simples significa que não se conseguem concentrar nem estar sossegadas um só minuto que seja e que põem os «nervos em franja» a pais e professores. A situação torna-se preocupante quando estas crianças começam a frequentar a escola e o seu comportamento pode comprometer o desempenho escolar. Existem pais e professores que andam completamente desesperados com o comportamento dos filhos e dos alunos.
Vencidos pelo cansaço e sem saber como controlar os impulsos dos seus filhos, os pais recorrem à ajuda do pediatra, que lhes explica que as crianças sofrem da Síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade (SDAH), uma perturbação neurocomportamental frequente na infância.
Basta referir que até 20% das crianças em idade escolar podem ser afectadas por esta patologia, que tem especial incidência nos rapazes. A causa ainda não é conhecida, mas há a hipótese de haver uma base genética que determine a ocorrência da doença, como referem os especialistas do Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Pediátrico de Coimbra (CDC/HPC) no documento «A criança doente hiperactiva».
Existe uma grande dificuldade em conseguir distinguir entre o comportamento normal de uma criança e o daquela que tem SDAH, pois o diagnóstico é feito apenas com base em critérios comportamentais, porque não existe qualquer exame físico ou laboratorial que possa confirmar a doença. Sabe-se, no entanto, que é fundamental que os sintomas persistam por mais de seis meses e se tenham iniciado antes dos sete anos para se concluir a presença do SDAH.
Desatentos, hiperactivos e impulsivos
A falta de atenção, a hiperactividade e a impulsividade são três comportamentos característicos de quem sofre de SDAH. Estas crianças têm dificuldade em manter a atenção por períodos muito prolongados, parecem andar com a «cabeça nas nuvens», distraem-se com facilidade e evitam as tarefas que necessitem de grande concentração.
A hiperactividade surge muitas vezes aliada a um comportamento impulsivo, o que leva a atitudes descontroladas: as crianças respondem a perguntas que não foram concluídas, não conseguem aguardar pela sua vez, interrompem os colegas e têm dificuldade em permanecer sentados.
Os educadores de infância e os professores deparam-se com grandes dificuldades quando têm uma criança hiperactiva na sua sala de aula. Além de distrair os colegas, o aluno hiperactivo está permanentemente desatento, o que dificulta a sua aprendizagem.
«Não há qualquer razão para que todas as crianças tenham que ter as mesmas tarefas ou a mesma abordagem pedagógica, desde que tenha lugar o ensino dos mesmos conceitos e ou princípios», alerta o Dr. José Eduardo Boavida, pediatra do Centro de Desenvolvimento da Criança do Hospital Pediátrico de Coimbra, que deixa algumas dicas que podem facilitar a vida a alunos e professores durante as aulas.
Sentar o aluno próximo do professor e inseri-lo numa turma reduzida pode ser uma das primeiras medidas a tomar, depois há que ter em conta que estas crianças sofrem de um défice de atenção, por isso devem ter um apoio individualizado, e as actividades devem ser feitas de acordo com a própria capacidade de concentração do aluno.
Estimular para tratar
Quando os pais ou os professores perdem por completo a paciência, a tendência pode ser a de castigar os pequenos terríveis, o que não soluciona, e pode mesmo agravar, a situação.
«Antes de mais, é fundamental que todos vejam esta síndroma como um problema comportamental e de saúde da criança e não como um problema disciplinar», referem os especialistas do CDC/HPC.
Os pais e docentes devem assumir «uma atitude positiva, tentando valorizar e reforçar comportamentos adequados, evitando a crítica frequente e situações que levem previsivelmente ao insucesso», explicam os médicos do CDC/HP, o que às vezes não é fácil.
Os medicamentos podem ajudar estes pequenos doentes a ter uma vida menos agitada. Ao contrário do que se possa pensar, não é com calmantes que se modifica o comportamento destas crianças, mas com estimulantes, psicoestimulantes.
Estes fármacos são eficazes na melhoria da atenção, o que tem consequências positivas ao nível do desempenho escolar e trazem benefícios na redução da hiperactividade e impulsividade.
Estes psicoestimulantes só estão disponíveis em meio hospitalar, logo o seu acesso está condicionado através do seguimento da criança em consulta especializada. Apesar da ajuda que dão a quem convive com estas crianças, estes medicamentos devem ser utilizados de forma descontínua e as férias, os fins de semana e os feriados são as alturas ideais para «descansar» desta terapêutica. Para os pais e professores estas substâncias fazem verdadeiros milagres na alteração dos comportamentos das crianças. José Eduardo Boavida refere casos em que os pais desesperam quando o medicamento esgota nos hospitais portugueses. Há situações em que vão mesmo até Espanha para conseguirem comprar o fármaco.
Hiperactivas ou apenas indisciplinadas?
Uma das dificuldades com que os pais e educadores se deparam frequentemente é como saber se toda aquela actividade excessiva é normal nas crianças ou se já está a passar dos limites. Para determinar se uma criança sofre de SDAH existem critérios. Mas, atenção, devem coexistir pelo menos seis em cada nove destes sinais para que se diagnostique a doença.
Sintomas de inatenção:
1. Não dá atenção aos detalhes ou comete erros por descuido.
2. Dificuldade em manter a atenção durante tarefas ou jogos.
3. Parece não escutar.
4. Não segue as instruções e não termina as tarefas.
5. Dificuldade em organizar tarefas e actividades.
6. Evita ou não gosta de iniciar tarefas que requeiram atenção.
7. Perde facilmente o material.
8. Distrai-se facilmente com estímulos externos.
9. Esquece-se com facilidade das tarefas diárias.
Sintomas de hiperactividade e impulsividade:
1. Mexe permanentemente os pés.
2. Não se mantém sentado quando deve.
3. Corre e trepa de forma excessiva em situações inapropriadas.
4. Dificuldade em se envolver em actividades de forma calma.
5. Parece ligado à electricidade e está sempre pronto a mudar.
6. Fala excessivamente.
7. Responde antes da pergunta ser completada.
8. Dificuldade em esperar pela sua vez.
9. Interrompe e intromete-se com os outros.
texto de Sandra Guerreiro A responsabilidade editorial e científica desta informação é da
Jasfarma Comunicação.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
sábado, 20 de janeiro de 2007
São super, super quentinhas e fofinhas...Mas, ainda não têm nome...Decidi que irão ser vocês a terem a honra de baptizá-las, he!he! Espero (ansiosa) pelas vossas sugestões!
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Tenho a Mania de...
1- Comprar muitos livros
2- Coleccionar as receitas do Modelo
3- Andar sempre a mudar de shampô e gel de banho
4- Guardar sacos e saquinhos....
5- Nunca sair de casa sem me ver ao espelho e pôr perfume
Lanço o desafio a:
- A Nitinha: http://mundoencantadodanitinha.blogspot.com/
- Tarina: http://mia-gato-miau.blogspot.com/
- Sara: http://sitiodasara.blogspot.com/
domingo, 14 de janeiro de 2007
estamos a frequentar a Oficina do Movimento da Escola Moderna.
Esta Oficina, para além de contribuir
das suas práticas, ideias e dificuldades,
tem ajudado a informar e a esclarecer,
através das suas estruturas de autoformação cooperada,
o que é o MEM,qual a sua pedagogia,
valores que defende, como está organizado, etc...
Aqui ficam algumas imagens (só um cheirinho) do que pudemos ver nesse dia!
Fig. 1. Sistema de organização cooperada
O processo de cooperação educativa tem-se revelado como a melhor estrutura social para aquisição de competências. Na aprendizagem cooperativa o sucesso de um aluno contribui para o sucesso do conjunto dos membros do grupo. A cooperação educativa, o trabalho a pares ou em pequenos grupos para atingirem o mesmo fim contraria a tradição individualista e competitiva da escola. Pressupõe que cada um dos membros do grupo só pode atingir o seu objectivo se cada um dos outros o tiver atingido também.
Estabelecem-se circuitos múltiplos de comunicação que estimulam o desenvolvimento de formas variadas de representação e de construção interactiva de conhecimento.
Esta matriz comunicativa é radicada por circuitos de comunicação das aprendizagens e de fruição dos produtos culturais, para que todos possam aceder à informação de que cada um dispõe e aos seus produtos de estudo e de criatividade artística e intelectual.
As trocas sistemáticas concretizam a dimensão social das aprendizagens e o sentido solidário da construção cultural dos saberes e das competências instrumentais que os expressam (a escrita, o desenho, o cálculo).
Participação democrática directa
As atitudes, os valores e as competências sociais e éticas que a democracia integra constroem-se, enquanto alunos e professores, em cooperação, vão experienciando e desenvolvendo a própria democracia na escola. Esta relação democrática pressupõe a gestão cooperada do currículo escolar – o que compreende o planeamento e a avaliação como operações formativas de todo o processo de aprendizagem. A circulação e a utilização da informação e da cultura têm de ser democráticas, dando sentido social a todo o saber.
A democracia é a estrutura de organização que se firma no respeito mutuamente cultivado, a partir da afirmação das diferenças individuais reconhecendo o outro como semelhante. Esta postura de diálogo é o instrumento fundamental de construção de projectos comuns e diferenciados.
Trata-se de gerir colegialmente, em conselho de cooperação educativa, tudo o que à turma diz respeito. O cimento da organização formadora é a ética – o esforço obstinado de tornar congruente a utilização dos meios e dos modelos organizativos da educação com os seus fins democráticos.
retirado daqui
sábado, 6 de janeiro de 2007
O Nosso Primeiro Bolo!
Decidimos fazer um Bolo de Laranja, mas com muitas passas e nozes!
Parecido com o Bolo Rainha!
Pusémos os aventais, lavámos bem as mãozinhas e mãos na massa!
E não é que nos fartámos de trabalhar?
Pois é...isso de sermos muito pequeninos é conversa...
E é a fazer, a participar, a sujar, a cheirar e a provar,
que nós crescemos mais e mais e mais...não acham?

terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Bolo Rei
Ingredientes: 
- 750 g de farinha
- 30 g de fermento de padeiro
- 150 g de margarina
- 150 g de açúcar
- 150 g de frutas cristalizadas
- 150 g de frutos secas
- 4 ovos
- raspa de 1 limão
- raspa de 1 laranja
- 1 decilitro de vinho do Porto
- 1 colher de sobremesa de sal
- 1 brinde
- 1 fava
Confecção:
Pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em ambiente temperado durante 15m. Entretanto bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até ficar elástica e macia e misture as frutas. Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente temperado durante 5 horas. Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza o brinde (embrulhado em papel vegetal) e a fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Nota: O próximo a fazer o bolo-rei (ou a comprar), é o que tiver a fava na fatia.
receita retirada daqui
Bom Apetite!
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Na vida cada curva é uma incerteza.
No mar cada onda é um perigo.
No jardim cada flor é uma beleza.
No mundo cada amigo é um tesouro.
Beijinhos e Feliz 2007!
1- Recusa o perfeccionismo, mas sabe que pode sempre melhorar.
2 - Sabe que a forma como olha, interpreta e sente a realidade determina em muito essa mesma realidade. Vê o melhor e espera o melhor.
3 - É aquele que, em Portugal, vai contra a cultura do desânimo, do desalento e da crítica.
4 - Acredita que ‘o destino não está marcado'. Pode - e deve - transformar sonhos em realidades.
5 - Nunca se esquece que tem nas mãos uma parte central do seu próprio futuro e do futuro dos seus educandos.
6 - Sabe que um insucesso ou um erro não é um pecado, mas uma óptima experiência de aprendizagem. Anota, aprende e segue em frente.
7 - Está atento à construção da imagem positiva dos seus educandos, valorizando-os, aceitando as suas insuficiências e perdoando-os nas suas imperfeições.
8 - Sabe que os outros têm sempre razões para se comportarem como se comportam, e que mesmo nas pessoas mais difíceis é possível ver talentos.
9 - Gosta de si, aprecia-se e transmite entusiasmo aos outros.
10 - Sabe lidar de forma controlada com as emoções mais negativas que os seus educandos lhes provocam. Ouve mais do que fala, respeita mais do que impõe.

Como desenvolver a auto-estima, nas crianças
1 - Mesmo que tenha pouco tempo, quando estiver a ouvir, escute mesmo.
2 - Deixe-os expressar sentimentos, mesmo negativos. Evite o discurso: "Não se chora", "Isso não é nada", "Tem coragem".
3 - Quando apropriado, deixe que eles tomem as próprias decisões.
4 - Trate-os com cortesia. Respeite os seus espaços e possessões, diga‑lhes se faz favor e obrigado.
5 - Dê-lhes bastante encorajamento e afecto, mas na justa medida. Falsos louvores só levam a uma falsa percepção das capacidades. Valorize mais o esforço que fazem do que o rendimento que obtêm.
6 - Use a empatia. Quanto melhor entender as crianças e jovens, menos paciência precisará para lidar com eles, pois estará a perceber o seu ponto de vista. Ajude-o a desenvolver a empatia levando-o a partilhar sentimentos, bons e maus. Vá-lhe perguntando como se sente e se ele entende como os outros se sentem.
7 - Evite expressões como: "Tu deves, porque eu quero, não há discussão, vai imediatamente, cala-te." Ninguém gosta de ser mandado, tenha a idade que tiver.
8 - Partilhe com ele aquilo que você gosta, valoriza e ama. Dê-se mais.
9 - Seja entusiasta; positivo e alegre. Ensine-as que é bom exprimir os nossos sentimentos, que não faz mal estar nervoso ou zangado. 0 que se faz com essas emoções é que convém controlar, para não provocar sofrimento nos outros.
10 - Quando as crianças chegam a casa, e lhes perguntamos como correu o dia, tendem a responder com algum episódio negativo. Experimente perguntar-lhe: "Fala-me das coisas mais giras do teu dia."
Catarina Fonseca - JANEIRO 1 2000 • ACTIVA Nº 110 pp 106-109
Fonte: Helena Marujo, Luis Miguel Neto e Mª Fátima Perloiro - "Educar para o Optimismo" - Ed. Presença
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Que o Natal deixe de ser papel de embrulho para ser esperança e que traga mais paz e fraternidade aos nossos corações, num cabaz cheio de saúde, amigos e muita alegria, e que os bons momentos possam estender-se por todos os nossos dias e por todos aqueles que nos rodeiam e que ainda estão à espera do seu lugar ao sol e de uma vida melhor.
Sejamos todos muito felizes, pode ser? : )































