Um blog para partilhar, comentar,informar...sempre com muita alegria! Bem-vindos ao Mundo Encantado das Crianças!
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Um fantoche
Procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas
na avaliação da educação pré-escolar
À Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular têm chegado várias questões relacionadas com a avaliação na Educação Pré-Escolar que constituem uma preocupação actual dos profissionais de educação de infância. Esta problemática decorre de um conjunto de factores que podem ser equacionados a diferentes níveis, tendo em consideração:
- as solicitações dos Conselhos Executivos e Pedagógicos dos Agrupamentos no que respeita “a avaliação das competências básicas do desenvolvimento das crianças em idade pré-escolar”;
- a necessidade sentida pelos educadores de adequar o processo educativo e reformular os projectos curriculares;
- as solicitações relativas à avaliação individual de cada criança que transita da Educação Pré-Escolar para o 1º Ciclo.
Tendo em vista uma harmonização de orientações que permitam estabelecer um quadro de referência para a actuação dos docentes, a Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular pretende esclarecer os Órgãos de Administração e Gestão dos Agrupamentos, Direcções dos Estabelecimentos da Rede Nacional de Educação Pré-Escolar, bem como todos os docentes implicados no processo, no sentido de clarificar procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas relativamente à avaliação na Educação Pré-Escolar.
O princípio consensualmente partilhado de que a avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino implica princípios e procedimentos de avaliação adequados à especificidade de cada nível. A Educação Pré-Escolar tem especificidades às quais não se adequam todas as práticas e formas avaliativas utilizadas tradicionalmente noutros níveis de ensino.
Nos termos das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Despacho nº 5220/97, de 4 de Agosto), “avaliar o processo e os efeitos, implica tomar consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução. A avaliação realizada com as crianças é uma actividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o educador. A sua reflexão, a partir dos efeitos que vai observando, possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver com cada criança. Neste sentido, a avaliação é suporte do planeamento” (p. 27).
A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Pré-Escolar é perspectivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com sucesso a etapa seguinte.
Avaliar é um acto pedagógico que requer uma atitude e um saber específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada. Neste sentido, compete ao educador:
· Conceber e desenvolver o respectivo currículo, através da planificação, da organização e da avaliação do ambiente educativo, bem como das actividades e projectos curriculares com vista à construção de aprendizagens integradas (Perfil Específico de Desempenho do Educador de Infância, Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto).
· Avaliar, numa perspectiva formativa, a sua intervenção, o ambiente e os processos educativos, bem como o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança e do grupo (Perfil Específico de Desempenho do Educador de Infância, Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto).
· Estabelecer de acordo com o seu projecto pedagógico/curricular, os critérios que o vão orientar na avaliação tanto dos processos como dos resultados.
· Utilizar técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados que possibilitem sistematizar e organizar a informação recolhida (registos de observação, portefólios, questionários, entrevistas, cadernetas informativas…), permitindo “ver” a criança sob vários ângulos de modo a poder acompanhar a evolução das suas aprendizagens, ao mesmo tempo que vai fornecendo ao educador elementos concretos para a reflexão e adequação da sua intervenção educativa.
· Escolher e dosear a utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo, tendo em atenção as características de cada criança, as suas necessidades e interesses, bem como os contextos em que desenvolve as práticas. Considerando que a avaliação é realizada em contexto, qualquer momento de interacção, qualquer tarefa realizada pode permitir ao educador a recolha de informação sobre a criança e o grupo.
· Comunicar aos pais e encarregados de educação, bem como aos educadores/professores o que as crianças sabem e são capazes de fazer, através de uma informação global escrita das aprendizagens mais significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos.
Importa salientar que a avaliação comporta vários momentos: planificação, recolha e interpretação da informação e adaptação das práticas e processos que serão objecto de reformulação sempre que necessário.
A avaliação, considerada uma componente integrada do currículo da Educação Pré-Escolar, envolve momentos de reflexão e decisão sobre o projecto pedagógico/curricular.
Tendo como principal função a melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que passa pelo diálogo, pela comunicação de processos e de resultados, tendo em vista a criação de contextos facilitadores de um percurso educativo e formativo de sucesso.
Constituindo a avaliação um elemento de apoio estratégico ao desenvolvimento/regulação da acção educativa, permite, por um lado, analisar o percurso efectuado, na sua globalidade, e, por outro lado, perspectivar o futuro. O relatório final de avaliação do projecto desenvolvido no Jardim-de-infância, elaborado pelo educador, deverá ficar acessível para consulta no estabelecimento.
retirado daqui
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Palavras para quê...uma música que toca cá dentro...
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
As mãos das crianças
são umas mãos
muito engraçadas
Com terra molhada
fazem casas, jardins
e coisas com o nome
que nós quisermos.
Com pedrinhas
fazem jogos
e convencem os caracóis
a fazerem corridas,
e as formigas
a mudar de
caminho.
Fazem as bolas
saltar tanto
que o sol
é que as manda descer
e conseguem tanta coisa,
tanta coisa mais...
QUE NOME TERÁ
A FORÇA ESCONDIDA
NAS MÃOS
DAS CRIANÇAS?
Graça Vilhena
Histórias do Coelho
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
Primeiro, o título. Pela ironia mas, também, pelo humor e amor que Eduardo Sá põe em tudo o que diz e escreve. Sem pressas, Eduardo Sá guia os leitores pelo labirinto das emoções e não hesita em escolher o caminho que lhe parece mais certo. O seu. Bons pais são, para o autor, todos aqueles que ouvem os seus filhos com o coração. Que os conhecem porque os sentem. O resto é improviso e pertence à intimidade de cada um. Não acredita em fórmulas, portanto. O instinto maternal e o instinto paternal comovem e trazem-lhe muitas certezas. Neste capítulo, vale a pena ler o que escreveu: Texto Laurinda Alves ENTREVISTA COM O AUTOR O que aprendeu com os seus livros? Quando sentiu necessidade de começar a escrever? Se tivesse que escolher um dos seus livros, qual escolheria? Quem é que o inspira? O que aprendeu com os seus filhos? Somos melhores pais hoje do que ontem? De que é que os pais e os filhos se queixam mais? O que gostava que tivessem feito consigo e não fizeram? O que pode revelar-se verdadeiramente traumático para os filhos? E para os pais? Mesmo sabendo que não existem fórmulas nem conselhos universais, o que diria aos pais para os ajudar a viver melhor com os seus filhos?
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segunda-feira, 27 de novembro de 2006
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domingo, 26 de novembro de 2006
Nota: Não se esqueçam de usar material de desperdício, assim reutilizamos o lixo criando, e sensibilizamos as nossas crianças para a protecção do nosso querido Planeta Terra...
Mãos à obra!!


quarta-feira, 22 de novembro de 2006
FESTA DE NATAL
Foram feitos com cartolina branca, lápis de cera, guardanapo, cola branca, verniz e sisal colorido...

Ideias..........
Carimbos com material de desperdício
Podem ser utilizados para decorar o fundo dos registos de parede, decorar o papel de embrulho das prendas, ou mesmo complementar o desenho e a mensagem dos livros de histórias do grupo...
Materiais a utilizar para dar diferentes texturas: rolo de papel de cozinha, corda, pelicula de bolhinhas, cartolina canelada, restos de lã, peças de legos, tampas de canetas, tampas de garrafas, esfregão verde, esponja, película prata de cozinha enrugada, cartão, papelão, etc...
Nota: os danoninhos são um bom suporte manual, uma vez que facilitam o manuseio dos carimbos por parte das crianças...
sábado, 18 de novembro de 2006
sexta-feira, 17 de novembro de 2006


Hoje lá na creche surgiram alguns meninos com conjuntivite...como é muito contagiosa tiveram de voltar para casa...resolvi fazer uma pequena pesquisa e partilhar convosco, pois esta informação é sempre útil...
Conjuntivite
- Causas
A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes como poluição e o cloro de piscinas, por exemplo, e por viral e bacterias. Neste último caso ela é contagiosa.
- Sintomas
-Caracteriza-se por uma hiperémia dos vasos sanguíneos da conjuntiva, prurido, sensação de desconforto e por vezes dor
Os principais sintomas da conjuntivite são:
-Olhos vermelhos e lacrimejantes;
-Pálpebras inchadas;
-Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
-Secreção;
-coceira
- Recomendações
Para prevenir o contágio tome as seguintes precauções: ·Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes; ·Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos; ·Não coce os olhos; ·Aumente a freqüência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos; ·Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise; ·Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
- Tratamento
Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Acima de tudo, não se automedique. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Cavalos que não sabem saltar,
Crianças que não sabem brincar,
São ou não são
Criaturas de estranhar?"
Ilse Losa
sexta-feira, 10 de novembro de 2006



Gostaram?terça-feira, 7 de novembro de 2006
quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Manias: ser perfeccionista, arrumações,comer chocolate, dormir com uma almofada e com os ombros sempre tapados, certificar-me (2 vezes) se pus o despertador no ON,esquecer-me das chaves de casa,estar na NET, nunca sair de casa sem perfume e sem sombra nos olhos, perguntar às amigas"Achas-me mais magra?",desligar a TV no botão e não no comando,mudar de mala constantemente, ser "obcecada" pelo trabalho, roer as unhas, ver se está tudo desligado antes de sair de casa,andar sempre a carregar o telemóvel,acordar e ir logo à janela, adorar fazer rir os outros, elogiar, etc..etc...etc...;)
Beijokas!!
quarta-feira, 1 de novembro de 2006

terça-feira, 31 de outubro de 2006
Uma actividade para a família

E que tal aproveitar o feriado para uma actividade super divertida?
Vamos fazer… pãezinhos em casa ?
Primeiro que tudo há que despender algum tempo para esta actividade, nada de pressas, portanto. Planear cerca de uma hora para preparar a massa, mais duas horas para a ver levantar e mais 45 minutos para cozer o pão.
Assegure-se que começa por uma receita de pães simples e básica sem recurso a ingredientes pouco comuns e complicados de encontrar. O mais adequado será deixar essa tentativa para quando houver mais experiência prática em cozer pão.
O que é preciso?
- Farinha
- Açúcar
- Água quente
- Fermento
- Tigelas
- Panelas
- Termómetro (requere-se um termómetro apropriado, de leitura rápida, para medir a temperatura da água quente que servirá para activar o fermento)
Como fazer?
# Deixar todos os elementos da família amassar, mostrando a acção em três passos: empurrar para baixo, dobrar novamente e virar. Esta acção deve ser repetida. Deixar cada membro da família fazer o mesmo várias vezes até que a massa fique bem elástica.
# Depois, é só colocar o resultado do esforço familiar no forno e esperar que o calor faça a sua parte. Quando estiver pronto, com cuidado, retirar do forno e esperar que arrefeça de modo a que se possa cortar, para que, todos juntos, se possam deliciar com o pãozinho barrado com manteiga e/ou uma compota!
Nota:
Esta actividade pode servir simultaneamente como experiência científica. O que se pretende aferir é a acção do fermento no pão. Para isso, os "cientistas" de serviço deverão colocar algum fermento, açúcar e água quente dentro de uma garrafa, adaptando depois um balão ao gargalo da mesma. Passadas umas horas, será possível verificar que o gás libertado pelo fermento irá encher o balão, o que equivale à acção que as bolhas de gás do fermento têm quando misturadas na massa do pão, fazendo-o crescer.
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domingo, 29 de outubro de 2006
| As guloseimas encerram uma das perguntas mais enigmáticas para os pais: Porque é que as crianças gostam tanto delas? Será por causa da sua cor, ou do seu sabor? |
Tudo é bom se for ingerido na medida certa. No entanto, perante este produto, as crianças não podem parar. Além disso, por causa do fácil acesso às guloseimas e gomas, é importante vigiar as normas de higiene que as rodeiam: devem estar embaladas em sacos individuais, uma vez que se trata de um produto que vai directamente à boca da criança.
GOSTAM TANTO DELAS POR...
Os motivos pelos quais estes doces são tão atraentes para as crianças são:
- Antes de mais porque se trata de uma comida doce e as crianças são mais atraídas pelo doce porque as suas papilas gustativas não estão preparadas para todos os sabores, o que as leva a optar pelo sabor doce porque é mais agradável. Geralmente associa-se o sabor amargo a alguma coisa má, ao contrário do doce, que sempre se relaciona com o bom.
- O sabor é uma combinação do gosto e do olfato. Este último incrementa o desejo de comer determinadas coisas, e outras não.
- As gomas costumam ter desenhos e formas conhecidas (frutas, animais, objectos). Além disso têm cores muito atraentes. A aparéncia da comida tem um papel muito importante, e no caso das gomas é muito tentador, o que permite constatar a influência que a visão tem sobre o gosto.
- Também as atrai o facto de que as outras crianças consumam este produto de confeitaria.
- As guloseimas estão ao fácil alcance das crianças, e são um produto que podem comprar sozinhas.
- Alguns produtos doces criam uma sensação de bem estar quando se consomem, e por isso a criança deseja repetir esta sensação positiva.
- É importante acostumá-las a lavar os dentes depois da ingestão destes produtos gelatinosos, uma vez que o seu consumo pode dar origem a cáries devido aos açúcares que contêm.
PARA PREVENIR AS CÁRIES E A OBESIDADE INFANTIL
Para evitar a obesidade infantil e as cáries podemos estabelecer uma série de medidas para impedir um consumo excessivo de guloseimas:
- Planificar antecipadamente a norma que queremos que as crianças sigam sobre as gomas, e pô-la em prática.
- Nunca se devem restringir este tipo de doces, porque a proibição estimula o desejo. Mas é importante ensinar-lhes em que momento as podem comer.
- Não se devem utilizar as guloseimas como um prémio ou um castigo (oferecer-lhes gomas se o seu comportamento foi correcto, ou pelo contrário, negar-lhas quando não se portaram bem.
- Explicar-lhes porque não se devem comer guloseimas a todas as horas ou na quantidade que quiserem.
- Perante uma birra da criança, devemos ignorar a birra e repetir a norma que se planificou anteriormente em relação ao consumo das gulodices.
- Desfazer-se de um excesso de guloseimas e de gomas que haja em casa, evitando assim que a criança tenha fácil acesso a elas, e que num momento de descuido possa fazer um "banquete" nas suas costas.
- Repetir as palavras: "não te vou comprar gulodices" acrescentando "seja como for", o que já se entende como um ultimatum.
ESTABELECER ROTINAS DIÁRIAS NAS COMIDAS
Para que a criança aprenda de forma correcta a consumir estes "extras" de alimentação, antes de mais é necessário ensinar-lhe a estabelecer uma rotina à hora de comer:
- É muito importante que a criança coma acompanhada pelos seus pais ou cuidadores.
- Não devemos impôr-lhe um menu determinado.
- Nas refeições familiares deve existir um ambiente relaxado, não aproveitando o momento de refeição para discutir.
- Evitar a proibição e o excesso deste tipo de produtos na dieta habitual da criança.
Doces, caramelos, guloseimas... Sim! Mas de uma forma controlada, e sem excessos.
Reportagem elaborada por Ana Bardaj com a colaboração das psicólogas infantis Ana Cruz Navascus e Nuria Cruz Navascus.
Retirei este artigo daqui
É impressionante a quantidade de doces que as crianças comem hoje em dia...
E vocês o que pensam sobre isto?






Maria vivia na cidade de Nazaré, que fica nas colinas da Galileia. Estava prometida para casar com José, descendente de David, que era carpinteiro.
Maria e José viviam felizes, à espera da criança que ia nascer.
Nas colinas à volta da cidade de Belém, alguns pastores estavam reunidos à volta das fogueiras, guardando os seus rebanhos.
Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.













