sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Um fantoche






Avaliação na educação pré-escolar

Procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas

na avaliação da educação pré-escolar

À Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular têm chegado várias questões relacionadas com a avaliação na Educação Pré-Escolar que constituem uma preocupação actual dos profissionais de educação de infância. Esta problemática decorre de um conjunto de factores que podem ser equacionados a diferentes níveis, tendo em consideração:

- as solicitações dos Conselhos Executivos e Pedagógicos dos Agrupamentos no que respeita “a avaliação das competências básicas do desenvolvimento das crianças em idade pré-escolar”;

- a necessidade sentida pelos educadores de adequar o processo educativo e reformular os projectos curriculares;

- as solicitações relativas à avaliação individual de cada criança que transita da Educação Pré-Escolar para o 1º Ciclo.

Tendo em vista uma harmonização de orientações que permitam estabelecer um quadro de referência para a actuação dos docentes, a Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular pretende esclarecer os Órgãos de Administração e Gestão dos Agrupamentos, Direcções dos Estabelecimentos da Rede Nacional de Educação Pré-Escolar, bem como todos os docentes implicados no processo, no sentido de clarificar procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas relativamente à avaliação na Educação Pré-Escolar.

O princípio consensualmente partilhado de que a avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino implica princípios e procedimentos de avaliação adequados à especificidade de cada nível. A Educação Pré-Escolar tem especificidades às quais não se adequam todas as práticas e formas avaliativas utilizadas tradicionalmente noutros níveis de ensino.

Nos termos das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Despacho nº 5220/97, de 4 de Agosto), “avaliar o processo e os efeitos, implica tomar consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução. A avaliação realizada com as crianças é uma actividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o educador. A sua reflexão, a partir dos efeitos que vai observando, possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver com cada criança. Neste sentido, a avaliação é suporte do planeamento” (p. 27).

A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Pré-Escolar é perspectivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com sucesso a etapa seguinte.

Avaliar é um acto pedagógico que requer uma atitude e um saber específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada. Neste sentido, compete ao educador:

· Conceber e desenvolver o respectivo currículo, através da planificação, da organização e da avaliação do ambiente educativo, bem como das actividades e projectos curriculares com vista à construção de aprendizagens integradas (Perfil Específico de Desempenho do Educador de Infância, Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto).

· Avaliar, numa perspectiva formativa, a sua intervenção, o ambiente e os processos educativos, bem como o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança e do grupo (Perfil Específico de Desempenho do Educador de Infância, Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto).

· Estabelecer de acordo com o seu projecto pedagógico/curricular, os critérios que o vão orientar na avaliação tanto dos processos como dos resultados.

· Utilizar técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados que possibilitem sistematizar e organizar a informação recolhida (registos de observação, portefólios, questionários, entrevistas, cadernetas informativas…), permitindo “ver” a criança sob vários ângulos de modo a poder acompanhar a evolução das suas aprendizagens, ao mesmo tempo que vai fornecendo ao educador elementos concretos para a reflexão e adequação da sua intervenção educativa.

· Escolher e dosear a utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo, tendo em atenção as características de cada criança, as suas necessidades e interesses, bem como os contextos em que desenvolve as práticas. Considerando que a avaliação é realizada em contexto, qualquer momento de interacção, qualquer tarefa realizada pode permitir ao educador a recolha de informação sobre a criança e o grupo.

· Comunicar aos pais e encarregados de educação, bem como aos educadores/professores o que as crianças sabem e são capazes de fazer, através de uma informação global escrita das aprendizagens mais significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos.

Importa salientar que a avaliação comporta vários momentos: planificação, recolha e interpretação da informação e adaptação das práticas e processos que serão objecto de reformulação sempre que necessário.

A avaliação, considerada uma componente integrada do currículo da Educação Pré-Escolar, envolve momentos de reflexão e decisão sobre o projecto pedagógico/curricular.

Tendo como principal função a melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que passa pelo diálogo, pela comunicação de processos e de resultados, tendo em vista a criação de contextos facilitadores de um percurso educativo e formativo de sucesso.

Constituindo a avaliação um elemento de apoio estratégico ao desenvolvimento/regulação da acção educativa, permite, por um lado, analisar o percurso efectuado, na sua globalidade, e, por outro lado, perspectivar o futuro. O relatório final de avaliação do projecto desenvolvido no Jardim-de-infância, elaborado pelo educador, deverá ficar acessível para consulta no estabelecimento.

retirado daqui


quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006



As mãos das crianças fazem...


As mãos das crianças
são umas mãos
muito engraçadas

Com terra molhada
fazem casas, jardins
e coisas com o nome
que nós quisermos.

Com pedrinhas
fazem jogos
e convencem os caracóis
a fazerem corridas,

e as formigas
a mudar de
caminho.

Fazem as bolas
saltar tanto
que o sol
é que as manda descer
e conseguem tanta coisa,
tanta coisa mais...

QUE NOME TERÁ
A FORÇA ESCONDIDA
NAS MÃOS
DAS CRIANÇAS?


Graça Vilhena

Histórias do Coelho

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Adoro ler e ouvir as palavras mágicas de Eduardo Sá...ora leiam esta pequena entrevista e reflictam um bocadinho...



A Vida Não se Aprende
nos Livros
Eduardo Sá

Primeiro, o título. Pela ironia mas, também, pelo humor e amor que Eduardo Sá põe em tudo o que diz e escreve.
De facto a vida não se aprende só nos livros. Ler ajuda muito mas o essencial é viver. Sentir, pensar e agir. Seguir o instinto e ouvir o coração. Sempre.
Extraordinariamente desculpabilizante, este psicólogo sabe, como poucos, tranquilizar os pais e responder às suas dúvidas. Mais do que responder, sabe apaziguar as suas inquietações.
Escreve como fala e isso dá-lhe uma linguagem e um ritmo muito próprios. Uma espécie de embalo que nos envolve. Ou um segredo que nos inspira.
Este segundo livro da colecção XIS faz especial sentido por ser uma colecção de perguntas e respostas publicadas ao longo dos anos na revista.

Sem pressas, Eduardo Sá guia os leitores pelo labirinto das emoções e não hesita em escolher o caminho que lhe parece mais certo. O seu.
A nós, aos que o seguimos, deixa margem para optar pelos atalhos que mais nos convierem. Sabe que ninguém é igual a ninguém e não existem seres perfeitos. Apenas homens e mulheres, apaixonantes pela sua imperfeição. Pais que amam os seus filhos mas nem sempre encontram as palavras ou o momento certo para o dizer. Filhos que adoram os pais e eram capazes de trocar tudo por essas palavras ou esses momentos.
Eduardo Sá sabe que a vida não é fácil e que sobra muito pouco tempo para o essencial. E é também por isso que este seu livro vale a pena. Porque nos obriga a parar e a ganhar tempo para fazer mais e melhor.

Bons pais são, para o autor, todos aqueles que ouvem os seus filhos com o coração. Que os conhecem porque os sentem. O resto é improviso e pertence à intimidade de cada um. Não acredita em fórmulas, portanto.
Eduardo Sá fala do essencial e deixa o acessório ao critério de cada um. E o essencial são as prioridades. E a primeira prioridade são os afectos, as palavras que se dizem e a maneira como se dizem. E pouco mais.

O instinto maternal e o instinto paternal comovem e trazem-lhe muitas certezas. Neste capítulo, vale a pena ler o que escreveu:
“O instinto maternal não é só uma qualidade das mulheres... saudáveis. Os homens também acedem à bondade, têm gestos de ternura e têm colo. Alguns, foram fustigados por histórias de alguma dor (...) outros foram-no reprimindo como se a maternalidade fosse um inimigo declarado da masculinidade (...) mas será que os homens ‘maternais’ são menos pais e que as mulheres ‘paternais’ são menos mães?”
Eduardo Sá responde com perguntas e faz-nos pensar. Mais do que pensar, dá-nos tempo para ajustar o fato à nossa medida. Ao nosso tamanho. Deixa-nos, até, transformá-lo, adaptá-lo e tingi-lo de outras cores. E é nisto que os seus livros se revelam especialmente eficazes. Porque aquilo que me serve a mim é necessariamente diferente do que serve aos outros e, afinal, nos seus livros todos encontramos tamanhos por medida. À nossa medida.

Texto Laurinda Alves

ENTREVISTA COM O AUTOR

O que aprendeu com os seus livros?
Aprendi que um livro é uma conversa imaginária, que pode ser tanto melhor quando o escrevemos sentindo as pessoas para quem o pensamos, enquanto nos escutamos a nós, ao mesmo tempo. E aprendi, também, que por mais perto que nos sintamos de alguém, com aquilo que escrevemos, um livro permanece mais ou menos por escrever depois de escrito. O nosso melhor livro será sempre o que vem a seguir.

Quando sentiu necessidade de começar a escrever?
O meu primeiro texto era um poema. Tinha oito, nove anos, e não sei para quem o escrevi. Fosse como fosse, a partir daí imaginei que podia ser poeta. Desde aí, entre mim e a escrita tudo foi acontecendo por acaso. Escrever não é bem uma necessidade, é um namoro. Quando vem, a escrita convive comigo como uma amiga inseparável. Quando parte, eu sei, sempre, que há-de voltar.

Se tivesse que escolher um dos seus livros, qual escolheria?
O próximo, que se chama Tudo o Que o Amor Não É, e que sai no próximo mês.

Quem é que o inspira?
As crianças, acima de tudo.

O que aprendeu com os seus filhos?
Aprendi a aprender. Eles ensinaram-me a ser mais pessoa, e ensinaram-me a apanhar sol por dentro.

Somos melhores pais hoje do que ontem?
Mas sem quaisquer dúvidas! Vamos aprendendo a ser pais à medida que somos pais. De tal forma é assim que só estamos aptos para sermos bons pais... quando somos avós.

De que é que os pais e os filhos se queixam mais?
Queixam-se, sobretudo, por não se sentirem tão bem amados quanto desejam. Afinal, todas as pessoas querem muito ser felizes e assustam-se quando se surpreendem por os laços de amor se atrapalharem com vários nós.

O que gostava que tivessem feito consigo e não fizeram?
Que tivessem brincado comigo ainda mais do que brincaram.

O que pode revelar-se verdadeiramente traumático para os filhos?
Sentirem-se, continuadamente, abandonados por dentro.

E para os pais?
Sentirem os filhos como a grande oportunidade que perderam para se reconciliarem com a vida.

Mesmo sabendo que não existem fórmulas nem conselhos universais, o que diria aos pais para os ajudar a viver melhor com os seus filhos?
Que estão “obrigados” a fazer uma asneira de oito em oito horas, pelo menos. Talvez, assim, percebam que a espontaneidade, para o crescimento das crianças, é como as vitaminas e que a autenticidade lhes faz melhor que o óleo de fígado de bacalhau. E, já agora, que os pais perfeitos (que haja dentro deles) são os verdadeiros obstáculos.

retirei o artigo daqui
E bom Feriado!!!!!!!!! Sabe tão bem........

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Maria e o Anjo Gabriel
Maria vivia na cidade de Nazaré, que fica nas colinas da Galileia. Estava prometida para casar com José, descendente de David, que era carpinteiro.

Um dia, Deus enviou a Maria um anjo, o anjo Gabriel, que lhe disse:
- Salvé, ó cheia de graça, o Senhor está contigo.

Maria não entendeu o que aquelas palavras queriam dizer, e o anjo continuou:
- Não tenhas medo, Deus enviou-me para te dizer que vais ter um filho, a quem darás o nome de Jesus. Ele será rei, e o seu reino não terá fim.

- Como pode ser, se eu ainda não sou casada?
- É obra de Deus, que pode tudo. O Espírito Santo descerá sobre ti, e o teu filho irá chamar-se Filho de Deus.

Maria disse então:
- Sou a escrava do Senhor, faça-se como é a Sua vontade.

José era um homem bom, mas quando soube que Maria estava à espera de bebé e ele ainda não era marido dela, achou que já não devia casar-se.

Naquela noite, ele teve um sonho. Apareceu-lhe um anjo que lhe disse:
- José, filho de David, não deixes de aceitar Maria. O filho que ela traz é o Filho de Deus. Chamar-se-á Jesus porque vai salvar o povo dos seus pecados.

No dia seguinte, José lembrou-se do que o anjo dissera e casou com Maria, prometendo tratar muito bem dela e do filho que ia nascer.
O nascimento de Jesus
Maria e José viviam felizes, à espera da criança que ia nascer.

Alguns meses depois, o imperador romano Augusto, que governava todo o país, fez uma nova lei para recensear (contar) a população: todos tinham de se ir registar na cidade onde tinham nascido, para depois poderem ser cobrados impostos.

A família de José viera de Belém, por isso eles tinham de voltar para lá.

Começou a longa viagem com Maria, que já estava quase na altura de dar à luz.

Carregaram algumas coisas num burro, e partiram, com Maria montada no animal.

Já era muito tarde quando chegaram a Belém, e Maria estava muito cansada. A cidade estava cheia de gente e de barulho, por causa de todos os que tinham vindo registar-se.

José tentou encontrar um quarto nas várias estalagens, mas já nenhuma tinha lugar.

Continuaram a percorrer as ruas à procura de um lugar onde dormir, José puxando o burro pela arreata e Maria montada nele.

Bateram à porta da última estalagem da terra, mas também aí já não havia lugar. Havia um estábulo perto, que estava limpo e era abrigado.

José levou-os até lá. Ajudou Maria a descer do burrinho e fez uma cama com palha, que cobriu com uma manta, para todos descansarem.

À meia noite, o filho de Maria nasceu.
Maria embrulhou-o num pano e José encheu uma manjedoura com palha limpa e fofa e nela deitaram o bebé.
Chamaram-lhe Jesus, tal como dissera o anjo.

A adoração dos pastores
Nas colinas à volta da cidade de Belém, alguns pastores estavam reunidos à volta das fogueiras, guardando os seus rebanhos.

De repente, viram uma luz brilhante surgir no céu escuro e um anjo apareceu-lhes, assustando-os. O anjo disse-lhes:
- Não tenhais medo. Trago-vos uma boa notícia, para vós e para todo o mundo. Nesta noite, em Belém, nasceu o Salvador.

E logo a seguir, mais anjos surgiram no céu cantando louvores:
- Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.

Pouco a pouco, a luz começou a diminuir e todos os anjos desapareceram lentamente.
Os pastores decidiram logo que tinham de ir procurar essa criança. Desceram das colinas, encontraram o estábulo e entraram devagarinho.

Viram o menino na manjedoura, aquecido pelo bafo do burrinho e de uma vaca deitados ao seu lado, e logo se ajoelharam a adorá-Lo. Em seguida contaram a Maria e a José o que o anjo lhes tinha dito.

Mais tarde, deixaram-nos e foram felizes a Belém dizer a toda a gente que o Filho de Deus nascera, e depressa todos souberam do nascimento de Jesus.

Cantando louvores a Deus, ao fim da noite, os pastores voltaram às suas colinas e aos seus rebanhos.
Os três Reis Magos
Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.

Perceberam que nascera um novo rei e foram até ele.

Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém.

Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.

Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?

Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.

Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.

Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.

À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.

De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho.

José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.

Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono.

Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.

As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais.

Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.
Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa.

Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.

retirado daqui

domingo, 26 de novembro de 2006

Ideias para o Natal

Espero que gostem, e não se esqueçam: o mais importante é seguirem a vossa criatividade e a das crianças...Elas dão-nos ideias tão engraçadas e originais!... É fundamental que os educadores contribuam para que as crianças se apropiem das suas produções, da prenda, das decorações da sala, etc... Acima de tudo, que sejam as crianças a "fazer"...assim tudo tem mais valor!

Nota: Não se esqueçam de usar material de desperdício, assim reutilizamos o lixo criando, e sensibilizamos as nossas crianças para a protecção do nosso querido Planeta Terra...
Mãos à obra!!














































Feitos com lâmpadas...
Espectaculares não acham??




quarta-feira, 22 de novembro de 2006


Os nossos Convites para a
FESTA DE NATAL


Temos Artistas, não acham?
Foram feitos com cartolina branca, lápis de cera, guardanapo, cola branca, verniz e sisal colorido...

Ideias..........

Carimbos com material de desperdício

Podem ser utilizados para decorar o fundo dos registos de parede, decorar o papel de embrulho das prendas, ou mesmo complementar o desenho e a mensagem dos livros de histórias do grupo...

Materiais a utilizar para dar diferentes texturas: rolo de papel de cozinha, corda, pelicula de bolhinhas, cartolina canelada, restos de lã, peças de legos, tampas de canetas, tampas de garrafas, esfregão verde, esponja, película prata de cozinha enrugada, cartão, papelão, etc...

Nota: os danoninhos são um bom suporte manual, uma vez que facilitam o manuseio dos carimbos por parte das crianças...



domingo, 19 de novembro de 2006



Já ultrapassei as 1000 visitas !!!!!!!!!!!!!!
Viva!!!!!!!!!!!Parabéns pra mim ;) e para todos os que deram uma espreitadela neste blog...e principalmente aos que deixaram a sua marca, comentando!!!

OBRIGADA A TODOS!!!!!!!!!!!!!

1000 beijocas com sabor a chocolate!!!!




sexta-feira, 17 de novembro de 2006


Bom Fim de Semana para todos!!!





Hoje lá na creche surgiram alguns meninos com conjuntivite...como é muito contagiosa tiveram de voltar para casa...resolvi fazer uma pequena pesquisa e partilhar convosco, pois esta informação é sempre útil...

Conjuntivite

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A conjuntivite é, como o próprio nome indica, uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas. É normalmente bastante contagiosa.
  • Causas

A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes como poluição e o cloro de piscinas, por exemplo, e por viral e bacterias. Neste último caso ela é contagiosa.


  • Sintomas

-Caracteriza-se por uma hiperémia dos vasos sanguíneos da conjuntiva, prurido, sensação de desconforto e por vezes dor

Os principais sintomas da conjuntivite são:

-Olhos vermelhos e lacrimejantes;

-Pálpebras inchadas;

-Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;

-Secreção;

-coceira

  • Recomendações

Para prevenir o contágio tome as seguintes precauções: ·Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes; ·Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos; ·Não coce os olhos; ·Aumente a freqüência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos; ·Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise; ·Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.


  • Tratamento

Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Acima de tudo, não se automedique. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

quarta-feira, 15 de novembro de 2006















"Pássaros que não sabem cantar,
Cavalos que não sabem saltar,
Crianças que não sabem brincar,
São ou não são
Criaturas de estranhar?"

Ilse Losa

sexta-feira, 10 de novembro de 2006


Decidi fazer um livrinho, com imagens grandes, apelativas, e alegres, para os meus pequenotes...
Como não tenho muito jeito para o desenho adaptei algumas desenhos fofinhos do livro "Vá de Roda", é da M.Carolina Pereira Rosa e das Edições Nova Gaia.

E ficou assim...


Gostaram?

quinta-feira, 2 de novembro de 2006


Susana, sua marota, aqui vão as respostas ao teu desafio...(estou com um sorriso nos lábios...), mas aviso-te...são bem mais que 5 :)

Manias: ser perfeccionista, arrumações,comer chocolate, dormir com uma almofada e com os ombros sempre tapados, certificar-me (2 vezes) se pus o despertador no ON,esquecer-me das chaves de casa,estar na NET, nunca sair de casa sem perfume e sem sombra nos olhos, perguntar às amigas"Achas-me mais magra?",desligar a TV no botão e não no comando,mudar de mala constantemente, ser "obcecada" pelo trabalho, roer as unhas, ver se está tudo desligado antes de sair de casa,andar sempre a carregar o telemóvel,acordar e ir logo à janela, adorar fazer rir os outros, elogiar, etc..etc...etc...;)

Beijokas!!


quarta-feira, 1 de novembro de 2006


" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."
( Rubem Alves ).


E vocês são especialistas em quê?


terça-feira, 31 de outubro de 2006

Uma actividade para a família


E que tal aproveitar o feriado para uma actividade super divertida?

Vamos fazer… pãezinhos em casa ?


Primeiro que tudo há que despender algum tempo para esta actividade, nada de pressas, portanto. Planear cerca de uma hora para preparar a massa, mais duas horas para a ver levantar e mais 45 minutos para cozer o pão.

Assegure-se que começa por uma receita de pães simples e básica sem recurso a ingredientes pouco comuns e complicados de encontrar. O mais adequado será deixar essa tentativa para quando houver mais experiência prática em cozer pão.

O que é preciso?

- Farinha
- Açúcar
- Água quente
- Fermento
- Tigelas
- Panelas
- Termómetro (requere-se um termómetro apropriado, de leitura rápida, para medir a temperatura da água quente que servirá para activar o fermento)


Como fazer?

# Deixar todos os elementos da família amassar, mostrando a acção em três passos: empurrar para baixo, dobrar novamente e virar. Esta acção deve ser repetida. Deixar cada membro da família fazer o mesmo várias vezes até que a massa fique bem elástica.

# Depois, é só colocar o resultado do esforço familiar no forno e esperar que o calor faça a sua parte. Quando estiver pronto, com cuidado, retirar do forno e esperar que arrefeça de modo a que se possa cortar, para que, todos juntos, se possam deliciar com o pãozinho barrado com manteiga e/ou uma compota!



Nota:

Esta actividade pode servir simultaneamente como experiência científica. O que se pretende aferir é a acção do fermento no pão. Para isso, os "cientistas" de serviço deverão colocar algum fermento, açúcar e água quente dentro de uma garrafa, adaptando depois um balão ao gargalo da mesma. Passadas umas horas, será possível verificar que o gás libertado pelo fermento irá encher o balão, o que equivale à acção que as bolhas de gás do fermento têm quando misturadas na massa do pão, fazendo-o crescer.
DESTAQUE - Nutrição

Batatas fritas e rebuçados excluídos das escolas portuguesas

Batatas fritas e rebuçados excluídos das escolas portuguesas

Com o objectivo de melhorar os hábitos alimentares das crianças portuguesas, o Ministério da Educação vai definir novas regras para a alimentação escolar, já no próximo ano lectivo.


A grande novidade passa pela exclusão de batatas fritas e fritos das máquinas de venda automática e bares escolares, bem como o condicionamento da oferta em chocolates, bolos e gelados. Numa segunda fase, também as ementas escolares serão condicionadas pelas novas directrizes alimentares.

Para além destas restrições, a nova proposta contempla ainda uma série de normativas para as escolas, que se traduzem no aumento da oferta de hidratos de carbono complexos, vitaminas e minerais e promover o consumo da fruta (em peça, sumos ou batidos). Alguns produtos, como refrigerantes, bolos e gelados serão condicionados, mas não proibidos.

As novas orientações são fruto do trabalho conjunto da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e Associação Portuguesa de Nutricionistas.

11/9/2006


Artigo retirado daqui

domingo, 29 de outubro de 2006

Os doces e as crianças...
As guloseimas encerram uma das perguntas mais enigmáticas para os pais: Porque é que as crianças gostam tanto delas? Será por causa da sua cor, ou do seu sabor?
As guloseimas são calorias vazias, com um valor nutritivo quase nulo. São constituidas basicamente por acúcares simples (fructose, glucose e sacarose) de rápida assimilação, aditivos e corantes artificiais para obter as suas atraentes cores... Mas as crianças não podem resistir-lhes!

Tudo é bom se for ingerido na medida certa. No entanto, perante este produto, as crianças não podem parar. Além disso, por causa do fácil acesso às guloseimas e gomas, é importante vigiar as normas de higiene que as rodeiam: devem estar embaladas em sacos individuais, uma vez que se trata de um produto que vai directamente à boca da criança.

GOSTAM TANTO DELAS POR...

Os motivos pelos quais estes doces são tão atraentes para as crianças são:

- Antes de mais porque se trata de uma comida doce e as crianças são mais atraídas pelo doce porque as suas papilas gustativas não estão preparadas para todos os sabores, o que as leva a optar pelo sabor doce porque é mais agradável. Geralmente associa-se o sabor amargo a alguma coisa má, ao contrário do doce, que sempre se relaciona com o bom.

- O sabor é uma combinação do gosto e do olfato. Este último incrementa o desejo de comer determinadas coisas, e outras não.

- As gomas costumam ter desenhos e formas conhecidas (frutas, animais, objectos). Além disso têm cores muito atraentes. A aparéncia da comida tem um papel muito importante, e no caso das gomas é muito tentador, o que permite constatar a influência que a visão tem sobre o gosto.

- Também as atrai o facto de que as outras crianças consumam este produto de confeitaria.

- As guloseimas estão ao fácil alcance das crianças, e são um produto que podem comprar sozinhas.

- Alguns produtos doces criam uma sensação de bem estar quando se consomem, e por isso a criança deseja repetir esta sensação positiva.

- É importante acostumá-las a lavar os dentes depois da ingestão destes produtos gelatinosos, uma vez que o seu consumo pode dar origem a cáries devido aos açúcares que contêm.

PARA PREVENIR AS CÁRIES E A OBESIDADE INFANTIL

Para evitar a obesidade infantil e as cáries podemos estabelecer uma série de medidas para impedir um consumo excessivo de guloseimas:

- Planificar antecipadamente a norma que queremos que as crianças sigam sobre as gomas, e pô-la em prática.

- Nunca se devem restringir este tipo de doces, porque a proibição estimula o desejo. Mas é importante ensinar-lhes em que momento as podem comer.

- Não se devem utilizar as guloseimas como um prémio ou um castigo (oferecer-lhes gomas se o seu comportamento foi correcto, ou pelo contrário, negar-lhas quando não se portaram bem.

- Explicar-lhes porque não se devem comer guloseimas a todas as horas ou na quantidade que quiserem.

- Perante uma birra da criança, devemos ignorar a birra e repetir a norma que se planificou anteriormente em relação ao consumo das gulodices.

- Desfazer-se de um excesso de guloseimas e de gomas que haja em casa, evitando assim que a criança tenha fácil acesso a elas, e que num momento de descuido possa fazer um "banquete" nas suas costas.

- Repetir as palavras: "não te vou comprar gulodices" acrescentando "seja como for", o que já se entende como um ultimatum.

ESTABELECER ROTINAS DIÁRIAS NAS COMIDAS

Para que a criança aprenda de forma correcta a consumir estes "extras" de alimentação, antes de mais é necessário ensinar-lhe a estabelecer uma rotina à hora de comer:

- É muito importante que a criança coma acompanhada pelos seus pais ou cuidadores.

- Não devemos impôr-lhe um menu determinado.

- Nas refeições familiares deve existir um ambiente relaxado, não aproveitando o momento de refeição para discutir.

- Evitar a proibição e o excesso deste tipo de produtos na dieta habitual da criança.

Doces, caramelos, guloseimas... Sim! Mas de uma forma controlada, e sem excessos.

Reportagem elaborada por Ana Bardaj com a colaboração das psicólogas infantis Ana Cruz Navascus e Nuria Cruz Navascus.

Retirei este artigo daqui


É impressionante a quantidade de doces que as crianças comem hoje em dia...
E vocês o que pensam sobre isto?